Meu livro de Natal.. é só assinar e deixar a grana!

Observe que todo lugar tem uma caixinha ou livro de Natal. Sim, é uma prática comum disponibilizar um meio para uma arrecadação extra no final do ano, principalmente para o ramo de serviços. Mas me pergunto: Como surgiu essa ideia de caixinha de natal para os funcionários? Talvez tenha sido numa época em que não existia a remuneração extra através do 13 salário? Talvez..

Enfim.. o que vale é que enquanto alguns se sentem à vontade para contribuir outros não acham justo e isso com certeza termina numa discussão pouco produtiva. Vale ressaltar que o meio encontrado para adesão da caixinha é em muitos casos constrangedor, como por exemplo a lista de condomínio. Assinar seu nome num livro ao lado do valor de contribuição pode ser uma 'declaração' do tipo: Ajudo e sou desprendido do dinheiro ou Valorizo o trabalho que fizeram durante o ano. Contudo, visualizar uma assinatura anterior a sua, com um valor maior do que você pretende dar, pode fazer com que se sinta constrangido, assim como pode constranger pessoas que já doaram um valor menor. Além disso, já imaginou se você resolver ajudar com toda caixinha ou livro de natal que vier pela frente?? (Talvez seja isso que Papai Noel faça! Só que sem assinar e deixando presentes que é bem mais legal)

Imagem retirada do site: http://pronz.com.br/

Existem discussões sobre o assunto que indicam uma doação entre R$20 e R$50 reais como um padrão aceitável para contribuições no condomínio ou que lembrancinhas ou alimentos típicos (Panetone) podem representar uma forma de agradecimento, desvinculando assim a recompensa do dinheiro. Algumas pessoas ainda acham injusto entregar um valor para ser rateado entre os funcionários porque acreditam que alguns realizaram mais durante o ano do que outros e para casos como esse, o doador pode entregar o valor que acha justo diretamente para o funcionário que o atende com maior frequência ou que o atende melhor.

Alguns condomínios definem um percentual como gratificação e cobram diretamente na cota condominial, assim os funcionários já recebem automaticamente uma gratificação natalina e a exposição da lista é extinta. Seja qual for a sua opção, o que vale mesmo é manter o espírito natalino!

Antes de ir embora.. deixa uma caixinha aí!


Final de ano.. Viva o Natal!

Final de ano chegando e a alegria do Natal e as festas de encerramento de mais uma etapa tomam conta e contagiam a todos. É lembrancinha, presente, amigo oculto, comidas das mais variadas, passeios, criançada de férias, pessoas andando pelas ruas como um formigueiro humano que busca pelos melhores preços e tudo o que pode rechear o mês de dezembro com o mais puro espírito consumista.. quero dizer: natalino!

Sim.. já é Natal na Leader Magazine e a TV Globo já ensaia o seu tradicional coral de ano novo. Mas nesse final de ano vivemos algo diferente. Aos pensamentos mais comuns e ao consumo de produtos tradicionais se associam as preocupações com o futuro do país, com o próprio futuro e com o futuro do seu próximo. Sim, isso é bom! Há pouco tempo se unia uma torcida em pró de um time e hoje enchemos um estádio em pró do esporte e do ser humano, sem distinção de cores nem referência a qual time o seu coração responde, simplesmente juntos, sem rivalidade e com um companheirismo jamais visto. (Isso me parece ser mais do que só espírito natalino.. #ForcaChape - São novos tempos! Mais justos e conscientes, espero!)



Estamos mais alertas para as adversidades financeiras e estamos vivenciando fatos que unem ainda mais as pessoas em pró do conjunto. Foi por R$0,20 que a pouco tempo muitos protestaram nas ruas e agora é por uma transparência em todos os aspectos (Econômico, Político e Social) que multidões ainda maiores se reúnem. O ano de 2017 tem tudo pra ser revolucionário!

Nesse final de ano faça a sua festa, compre seus presentes e viva o que quiser viver. Mas lembre-se das siglas mágicas de final de ano e das taxas surpresas que em conjunto com o aumento nos serviços acabam tirando o sono de uns, deixando outros aborrecidos e muitos endividados. (IPTU, IPVA, material escolar, aumento na luz e na água, condomínio.. só pra ilustrar o que você já sabe!) Aliás nem é preciso lembrar delas porque elas vão lembrar de você!

Meu IPTU chegou.. 10% de aumento.. presentão de final de ano! (Aqui entra aquela carinha triste)
Não ri não que o seu também vai chegar!

KEEP CALM and HO HO HO!


Música e finanças... Esses 10% me arrebenta!

Estava caminhando para o trabalho, passei pelos ambulantes da minha cidade e todos estavam ouvindo a mesma coisa. Aliás, estava tocando na farmácia, no bar, na sorveteria e ainda não sei aonde não estava tocando! Uma música, uma dupla sertaneja, uma moda como eles e a própria música classificam o gênero que representa. Eu nem sabia que existia isso, gênero moda, estava por fora mesmo e me surpreendi ao ver que a música tinha como tema o consumismo por questões emocionais. Eu sei.. tá curioso pra saber qual é a música né! O mais engraçado é a preocupação com o aumento dos 10%!

Imagem retirada do site: http://www.sertanejotop.com.br/

Você já deve conhecer e talvez ouvir Maiara e Maraisa. A música é agradável e realmente bem montada, consegue relatar um fato de forma divertida e a vontade de ouvir de novo e de novo se renova quando a música acaba. (Que doideira!) O nome da música é: "Dez por cento".

Se liga no refrão:

"Garçom troca o DVD
Que essa moda me faz sofrer
E o coração não guenta
Desse jeito você me desmonta
Cada dose cai na conta e os dez por cento aumenta"

E no final as cantoras ainda enfatizam:

"Ai cê me arrebenta!
E o coração não guenta
E os dez por cento aumenta"

(Nossa como eu caí na gargalhada quando eu ouvi isso! Muito bom!)

Não sei se o pessoal está começando a ter mais noção sobre finanças e os gastos por causa da crise, ou se a bebedeira delas acabou alertando para o valor final da conta, mas com certeza foi uma observação muito inteligente. É a música relatando não só as decepções amorosas, mas também algumas consequências financeiras dela. (Melhor mesmo é beber em casa que sai mais barato! Não tem 10% !)

Tá esperando o quê? Vai ouvir Maiara e Maraisa!

Segue link para a música:


Black Friday Brasil.. Que piada!

Todo mundo conhece a má fama da promoção Black Friday no Brasil e chamar a mesma de Black Fraude não é nenhum absurdo. Vender produtos pela metade do dobro é só umas das piadas que ocorrem nesse momento mágico e alucinante do consumismo, mas nem tudo está perdido. Existem lojas que possuem produtos que realmente estão mais baratos e o PROCON tem intensificado a fiscalização nas relações entre consumidor e comerciantes.

Mas a grande piada mesmo não são as fraudes, mas sim o consumismo desenfreado em momentos de puro aperto. Sim, tá em promoção.. eu sei que é irresistível.. também concordo que uma vez só não tem problema.. mas espere um minuto, como pode alguém comprar algo que nunca pensou em comprar só porque está na promoção? Ou porque comprar 2 televisores só porque está na promoção?

Imagem retirada do site: http://www.midiamax.com.br/

O melhor mesmo é aproveitar o momento para comprar algo que você já estava acompanhando e que de fato irá precisar. Os dias atuais requerem maior controle (os dias antigos também requeriam, mas esses já passaram) e acompanhar o preço de um determinado produto por um tempo pode se revelar a escolha mais sábia a se fazer.

Procure preços melhores, pesquise durante um tempo pra ver se realmente está precisando do produto e aproveite para pechinchar no valor ou no ganho de alguma vantagem. Vá fazer a sua compra com o produto que quer comprar em mente e também com o valor e a forma de pagamento que te agrada. Não se deixe levar por promoções desconhecidas ou por vendedores falastrões (Alguns possuem sangue nos olhos) Lembre-se que quem tem o dinheiro é quem dita as regras e não o contrário!

Olho aberto pra não acabar financiando as fraudes da Black Friday!


Idle Miner Tycoon.. Mineradores capitalistas

Uma nova distração apareceu e tomou um pouco da minha atenção, o jogo Idle Miner Tycoon, desenvolvido pela Fluffy Fairy Games e disponibilizada na AppStore e Google Play. Um jogo de mineiros que precisam de gerenciamento para explorar áreas com diferentes produtos e produzir  o maior número de riquezas possível, proporcionando mais desenvolvimento e investimentos em novas áreas de exploração.

Idle Miner é um jogo de simulação muito parecido com os demais jogos da categoria a não ser pelo nível dos gerentes e pelas habilidades associadas a eles. Cada gerente pode ter um nível (Junior, Senior e Executivo.. só vi esses até então) e uma determinada habilidade (redução de custos de upgrade, aceleração de entrega e aceleração de carregamento do que foi minerado.. também só vi esses até agora) que duram por um determinado período dependendo do nível do gerente.

Imagens retiradas do site: http://www.idleminertycoon.com/

Como todo jogo, ele possui aceleradores de ganho baseados em visualizações de vídeos e compras de aceleradores com moedas do jogo, que são dadas quando alguns marcos são alcançadas ou compradas com dinheiro real. A atenção na produção e na quantidade que cada área consegue transportar são cálculos constantes que os mais aficionados acabarão fazendo, enquanto outros vão simplesmente minerar e definir estratégias baseadas nos seus gerentes e aceleradores de produção.

O jogo é muito interessante, possui gráficos bonitos e bem simples. A ideia é muito boa e diante de uma leva de jogos com a mesma característica, posso dizer que foi um verdadeiro achado da diversão nerd capitalista que sempre busco.

Recomendo muito esse jogo como um passatempo ou em alguns casos como um toma tempo de tão viciante!

Site do desenvolvedor do game (possui os links para baixar o jogo):
http://www.idleminertycoon.com/


O milagre das LCI e LCA

Em tempos de juros altos e despesas mais altas ainda por causa de inflação e de desemprego, quem tem um dinheirinho sobrando (Pausa breve para risadas e gargalhadas) pode encontrar nas LCI e LCA (LCI - Letras de Crédito Imobiliário e LCA - Letras de Crédito do Agronegócio) fontes de retorno bem agradáveis. Sim, elas ganham e muito daquele fundo que o banco te ofereceu e mais ainda da poupança. Além disso, são isentas de imposto de renda, um verdadeiro milagre! (É isso mesmo, não tem imposto!)

As letras de crédito são investimentos de curto prazo, podendo partir do prazo mínimo de 1 ano de investimento. São ótimas opções para diversificação de ativos e para rentabilizar o dinheiro, criando montantes que possam servir para um investimento maior (Que exija um aporte inicial mais alto) ou até mesmo para simplesmente ter um retorno maior do que a poupança sem mudar a faixa de risco.

Fonte: Imagem montada pelo autor

Com o investimento realizado numa LCA ou LCI, o investidor estará influenciando nos créditos disponíveis para o agronegócio ou para as atividades relacionadas aos imóveis, como por exemplo: crédito para safras de soja e crédito para construção de novas moradias. Com o vencimento do ativo, o banco subtrai a parte dele e paga o investidor, devolvendo o capital investido mais os juros acordados no ato da compra do ativo.

Simplificando as Letras de Crédito:

As letras de crédito são investimentos direcionados para o setor imobiliário ou do agronegócio e são indicadas para pessoas com perfil conservador, contam com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até um valor de R$250.000,00 e possuem isenção do imposto de renda. Possuem valor mínimo de investimento (O menor que vi foi R$1.000,00) e não possuem alta *liquidez, por isso é importante investir um valor que tenha certeza que não precisará até que o período de investimento determine.

* Liquidez é a capacidade de transformar um ativo em dinheiro.

Vale a pena investir nas letras de crédito, diversificar os investimentos e ainda ajudar o país a crescer!

Para saber um pouco mais sobre o Fundo Garantidor de Crédito:
http://www.fgc.org.br/?ci_menu=20&conteudo=1


Robin Hood.. Quem é o ladrão mesmo?

O desenho animado "O Jovem Robin Hood" é um verdadeiro clássico e pode ser nostálgico para muitos que tiveram a infância recheada de bons desenhos. Robin Hood, mais conhecido como o príncipe dos ladrões e por suas façanhas em pró dos menos favorecidos, usava suas habilidades para tirar dinheiro da nobreza e devolver para uma plebe que sofria com os impostos altos de um rei ganancioso. (Deixo um link para o primeiro episódio do desenho no final do post)

Embora o rei muitas vezes seja confundido com a nobreza, vale ressaltar que na verdade ele corresponde ao que chamamos de Governo e talvez por isso ele fosse o alvo principal das ações do grupo de camponeses rebeldes liderados por Robin Hood. Além disso, a cobrança de impostos servia para financiar guerras e expansões do reino, o que poderia significar proteção e melhores condições para o povoado, se de fato fossem usados com inteligência e a favor dos contribuintes.

Imagem retirada do site: http://i49.vbox7.com/

O personagem que mais gosto do desenho é o frei Tuck. Ele é carismático demais, tanto quanto é um beberrão de primeira, defensor dos pobres contra a tirania, sempre age com justiça e não se prende as questões do clero, mas também não esquece dele nem nos momentos mais simples. Como personagem secundário, acaba não aparecendo muito, mas suas participações são sempre cheias de muito humor.

O frei é o típico 'bon vivant' da história. Não se compromete com os casos, mas se envolve e atua com parcimônia para ajudar nas aventuras do grupo. Ele parece ter um passe livre para transitar por todas as classes da sociedade e a proteção do divino é a sua chave para abrir portas, quando não a usa de maneira perspicaz para receber ofertas e bebidas.

Cheio de aventuras e histórias bem escritas, o desenho proporciona uma distração de ótima qualidade, com traços diferentes e com a preocupação de estar passando algo de valor. Passando, de geração em geração, uma lenda de muitos anos atrás.

Vale a pena rever esse grande clássico dos desenhos animados!

Segue o link para o primeiro episódio do desenho:
https://www.youtube.com/watch?v=Px24bYKAxEs

Segue o link para o primeiro episódio (Em inglês):
https://www.youtube.com/watch?v=aZ4nN2btd_Q


O anime: C The Money of Soul and Possibility Control

Depois de assistir alguns animes indicados por colegas de trabalho, resolvi pesquisar pra ver se tinha algum no qual o tema principal fosse finanças. Para minha surpresa encontrei o: "C The Money of Soul and Possibility Control", ou simplesmente C, que é um anime baseado no colapso financeiro de uma sociedade que acaba buscando meios para poder conseguir mais recursos. (No final do post indico uma forma de assistir o anime)

A animação se resume a 11 capítulos (em média são 20 minutos por capítulo como grande parte dos animes) e o personagem principal, chamado Kimimaro Yoga, começa com 2 empregos e tem a ambição de viver de uma renda fixa que lhe proporcione uma vida normal e um futuro tranquilo. (Pelo menos é assim que ele vê uma vida normal.. Eu incluiria a palavra passiva na expressão renda fixa) Contudo, uma forma mais "fácil" de ganhar dinheiro é apresentada a Yoga que, apesar da sua resistência em mudar de rumo, acaba sendo inserido nessa nova jornada repleta de possibilidades e com um segredo a ser desvendado. 

Imagem retirada do site: http://www.madnessinbox.com/

Nesse novo mundo existem duelos e para duelar no mundo paralelo é preciso realizar investidas que custam um determinado valor. Sem uma estratégia bem definida, as perdas podem se tornam significativas e podem levar à falência, assim como também podem resultar em vitórias pequenas, sem muitos prejuízos ou ganhos. Embora pareça que todos os casos se remetam a avareza e ganância, em quaisquer circunstâncias, o anime mostra que existem objetivos que não possuem ligação com essas características, mas que acabam despertando as mesmas em algum momento.

O suspense do porquê realizar tais apostas e colocar um bem valioso em jogo é o que deve se revelar no decorrer da história e a influência sobre o mundo real deve ficar evidente nos capítulos finais. Mas tudo tem um preço e não seria diferente nesse caso! Porque nesse anime, literalmente, tempo é dinheiro!

Ah sim.. Deve estar curioso para saber qual o preço pago pela falência, né? Humm.. eu também!

Como assistir o anime:
Eu busquei os capítulos num aplicativo para Android chamado AnimeTV e após baixar o aplicativo, fiz uma breve pesquisa com o nome do anime. Depois é só assistir. (Esse anime é legendado!)

Link para baixar o aplicativo no Google Play:

Investindo no banco e zerando tarifas

Não é de hoje que os bancos cobram um absurdo em taxas, mas também não é de hoje que eles oferecem redução ou isenção nas mesmas caso o correntista tenha um determinado valor investido em um ou mais produtos do banco. Muitos clientes não estão nem aí para esses gastos e mal sabem que esses valores podem significar muito num período curto.

Ainda assim, pode ser que o correntista não tenha o valor necessário para ter suas tarifas isentas. Nesse caso, ainda tem uma saída interessante chamada: conta digital. (Isso para aqueles que possuem uma afinidade com a internet) Sim, a conta digital é isenta de tarifas para pessoas físicas, menos nos casos de impressão de cheques e serviços realizados na agência.

Outro vilão das tarifas é o cartão de crédito e sua anuidade. Existe opções de cartão de crédito no mercado que não cobram anuidade alguma, como por exemplo: o Nubank. Ele oferece um cartão e um aplicativo para acompanhamento do seu saldo, extrato e outras funções. Em compensação, benefícios como: milhas, programa de fidelidade, salas vips e seguros não são contemplados por ele. (Deixo o link para o site do Nubank no final do post)

Imagem retirada do site: http://pensonofuturo.com.br/

Um outro ponto a ser verificado é se vale mesmo a pena investir no banco com a única intenção de ficar isento das tarifas. Imagine a seguinte situação para um investimento de no mínimo 2 anos e com o CDI em 14,13% a.a:

Investindo no banco

- Investimento inicial necessário: *R$150.000,00.
- Valor investido: R$150.000,00
- Melhor investimento oferecido: **Fundo com 85% CDI
- Taxa de Administração do fundo: 0,80% a.a
- Taxa anual a ser isenta na conta: R$80,00
- Tempo investido: 2 anos e 1 dia
- Carência: 3 meses


* Valor necessário em investimentos para ter as taxas zeradas
** Há imposto de renda no momento do resgaste
      CDI - Certificados de Depósito Interbancário

Por outro lado, você pode investir esse mesmo valor numa corretora que está oferecendo o seguinte:

Investindo na Corretora

- Investimento inicial necessário: R$20.000,00.
- Valor investido: R$150.000,00
- Melhor investimento oferecido: *CDB com 116% CDI
- Taxa de Administração: Não tem
- Tempo investido: 2 anos e 1 dia
- Carência: 2 anos

* Há imposto de renda no momento do resgaste
   CDB - Créditos de Depósito Bancário

Vamos ver a diferença dos investimentos numa tabela comparativa, tomando como base os dados anteriores:

Tempo (Anos)AcontecimentosBancoCorretora
1
Investimento
R$ 150.000,00R$ 150.000,00
Juros recebido
R$ 18.015,75R$ 24.586,20
Taxa de Administração
R$ 1.344,13R$ 0
2
Total após 1 ano
R$ 166.671,62R$ 174.586,20
Juros recebido
R$ 20.018,10R$ 28.616,07
Taxa de Administração
R$ 1.493,52R$ 0

Valor Final
R$ 185.196,20R$ 203.202,27
Imposto de Renda
R$ 5.279,43R$ 7.980,34
Valor de resgate
R$ 179.916,77R$ 195.221,93

Lembrando que a taxa de administração do fundo oferecido pelo banco incide sobre o valor total do investimento e não somente sobre o juros proporcionado. Além disso, temos o imposto de renda que nesse caso comerá 15% do lucro, tanto para o fundo do banco como para o CDB da corretora. (Isso porque estamos idealizando um tempo de investimento de 2 anos e 1 dia) 

Percebe-se que o investimento na corretora não só dá pra pagar a taxa anual do banco como gera rendimentos muito além do valor oferecido pelo fundo (R$ 15.305,16 a mais). Além disso, as despesas são menores que as presentes no investimento do banco. No entanto, o ativo da corretora não oferece liquidez e isso pode se tornar um problema para aqueles que podem precisar do valor total ou de parte dele em pouco tempo.

Há alternativas para se perder menos dinheiro, mas também há alternativas para se ganhar mais ainda. Vai depender do perfil e da necessidade de cada investidor e por isso cabe uma análise antes de tomar qualquer decisão.

Bons investimentos!

Segue link para o site do Nubank:
https://www.nubank.com.br/


Homeless.. Enriquecendo o seu mendigo

Que tal um jogo em que você pode zerar em 4 horas, talvez menos? (Pelo menos por enquanto, pois não sei se terá atualização ou melhoria) O jogo Homeless, disponível para dispositivos Android, te permite orientar um mendigo para que o mesmo saia da miséria e alcance a riqueza.

Não são muitas as ações no jogo e na verdade se você conseguir pegar a ideia do game, vai ser questão de pouquíssimo tempo para zerar. Ele consiste em alimentar o mendigo, indicar descansos para que ele tenha energia para trabalhar e ganhar alguns dólares. Com algum dinheiro poderá melhorar e alcançar novos patamares.

Imagem retirada do site: https://play.google.com/

Entre os tipos de emprego temos: o trabalho normal e o crime. (Não posso relatar muito sobre o crime porque meu mendigo manteve sua honestidade e integridade do início ao fim, um verdadeiro gentleman dos negócios) Para realizar qualquer tipo de trabalho é necessário ter um determinado nível de educação. Alguns trabalhos também exigem alguma habilidade extra e objetos de status social.

Imagem retirada do site: https://play.google.com/

A parte que mais gostei do jogo foi o fato do dinheiro depositado no banco aumentar com os juros mensais. Normalmente os bancos dos jogos não fazem nada, só guardam o dinheiro mesmo. Por outro lado, o jogo não tem muita opção, embora tenha potencial para crescer. Uma dica é colocar o dinheiro no banco sempre que puder, assim vai conseguir se manter e aumentar o volume de dinheiro mais facilmente. Utilize o dinheiro para evoluir e conseguir ganhar mais com menos decisões.

Tome cuidado para os níveis de fome e saúde não irem a 0 porque isso significará a morte do seu mendigo e consequentemente o fim do jogo.

Bom jogo!

Segue o link para o jogo no Google Play:
https://play.google.com/store/apps/details?id=home.game2


Livro em papel ou e-book?

A discussão sobre o que pode ser melhor, livro de papel ou e-book, pode transcorrer por muitos caminhos e as preferências podem ser as mais variadas, podendo inclusive depender de uma situação específica. Muitas pessoas gostam do livro de papel e não abrem mão de que sejam assim. O prazer de virar a página, o cheiro do livro, os marcadores de página customizados e o toque fazem parte da experiência tanto quanto a história contada. Mas em certas ocasiões o livro físico pode ser deixado de lado, até mesmo pelos mais adeptos ao modelo manuscrito, como por exemplo: na leitura de livros grandes e pesados durante viagens. (Sempre deixei pra ler os livros grandes em casa e no caminho do trabalho lia os menores)

Apesar da preferência estar relacionada a experiência que cada um procura num livro, existe um fator decisivo pra mim: O preço! Os e-books são bem mais baratos que os livros físicos, variando em torno de 30% e em alguns casos passam de 50%, alguns clássicos da literatura são distribuídos gratuitamente no formato digital (deixo alguns links no final do post) e o e-reader, aparelho usado para ler esses e-books, pode trazer benefícios como: dicionário em diversas línguas, iluminação, marcadores, contador de percentual lido e outros. Outra grande vantagem dos livros digitais é que não ocupa espaço físico! (Eu também acho as estantes de livros uma visão que conforta e aconchega, mas só até o dia em que preciso tirar a poeira dos livros e reorganizar a estante)

Imagem retirada do site: http://4.bp.blogspot.com/

Certo.. ai você deve ter pensado: O e-book é fantástico! É a melhor opção, até mesmo financeiramente! Então.. calma aí.. o valor dos livros digitais são mais baratos sim, mas o e-reader pode custar de R$250,00 a R$1.000,00 dependendo do modelo, marca, características e loja pesquisada. Inicialmente, a versão digital pode custar muito mais, mas a médio e longo prazo o e-book irá ganhar dos livros em papel, pelo menos no que tange a valor desprendido. Isso se você for um leitor persistente, um leitor inveterado, faminto por conhecimento, sagaz no quesito leitura.. (Ok! exagerei um pouco!)

É legal poder ter a opção de ler um e-book, mas para ler livros técnicos pode ser melhor os de papel. Algumas pessoas vão adorar o e-reader e outras vão simplesmente dizer que não é a mesma coisa do livro, mas é bom entender que as experiências são diferentes e que uma não anula a outra.

Boa leitura! Seja lá qual for a sua escolha.. leia! 
(Mas não esquece de pesquisar e comprar o mais barato)

Link para o meu perfil na rede social skoob: (Caso esteja curioso para saber o que eu leio)
https://www.skoob.com.br/usuario/357305-felipe-sampaio

Link para o acervo da biblioteca nacional:
http://bndigital.bn.br/acervodigital/

Link para o acervo do domínio público:
http://www.dominiopublico.gov.br/


O aplicativo Google Opinion Rewards

Que tal ganhar um dinheirinho para gastar na loja da Google? Sim, existe uma forma de ganhar dinheiro para ser usado na compra de artigos pagos no Google Play. As opções são as mais diversas: jogos e outros aplicativos pagos, itens vendidos dentro do próprio jogo, e-books, filmes e músicas.

Com o Google Opinion Rewards, um aplicativo da Google para realizar pesquisas sobre os mais variados assuntos, o usuário receberá formulários de pesquisa baseado em suas experiências, como por exemplo: compras de artigo na internet, registro de viagens, sites que o usuário costuma acompanhar, entre outros. Ao responder a esses formulários, o usuário se responsabiliza em dizer a verdade e a não utilizar um meio ilícito para monetizar através do aplicativo. (Embora só dê pra gastar o valor ganho na loja da Google e isso possa diminuir o interesse de muitas pessoas)



Imagem retirada do site: http://cdn.makeuseof.com/

Os formulários são enviados pelo próprio aplicativo e não há um dia ou hora certa para que um formulário seja apresentado ao usuário. A remuneração também é variada e confesso com não sei como funciona o cálculo dela, mas é sempre um valor baixo. (A maior que tive foi de R$1,29) Vale se atentar para o fato de que os créditos expiram depois de um ano após a data em que foram adicionados à conta.

Existem muitas crenças associadas a como receber mais pesquisas, como por exemplo: manter o GPS ativo. Nesse caso em específico é verdade. A Google utiliza um tipo de pesquisa no qual pergunta se o usuário esteve em um determinado lugar, baseando-se na geolocalização. Ela usa as respostas para atualizar as informações de mapas e verificar a honestidade do entrevistado.

Talvez seja complicado acumular um determinado valor pensando num item específico da loja, principalmente pelo fato de não haver controle sobre a quantidade de pesquisas recebidas nem sobre o valor ganho em cada uma. Ainda assim, existem muitos artigos interessantes e relativamente baratos, o que pode proporcionar uma compra que talvez nunca fosse realizada com dinheiro "verdadeiro".

Vale a pena baixar o aplicativo, porque dinheiro nunca é demais!

Segue o link para o aplicativo no Google Play:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.google.android.apps.paidtasks&hl=pt_BR

Segue um link para tirar dúvidas comuns:

Livro: A árvore que dava dinheiro


Imagem retirada do site: 
www.skoob.com.br/ 


Minha indicação:   Todos os públicos
Minha avaliação:       

Sinopse:
   Quem disse que dinheiro não cresce em árvores? Os habitantes de Felicidade herdaram de um velho sovina uma semente mágica. Nasceu uma árvore de onde as notas brotavam em grande quantidade! A euforia foi geral! Já pensou? Enriquecer de repente, depois de uma colheita rápida e milionária?! Ninguém ia querer perder uma oportunidade dessa. Será mesmo?
 Um açougueiro que só come peixe, uma velha empregada doméstica e um mendigo sempre bêbado têm outra opinião... Venha descobrir por quê.
  Muitas surpresas esperam por você nessa cidade incrível, onde o dinheiro não trouxe a felicidade.


Outra informação:  Esse não é um livro técnico!
O livro "A árvore que dava dinheiro", escrito por Domingos Pellegrini, apresenta uma novela muito interessante. Ele consegue transcorrer por valores inestimáveis e transcrever a reação e a transformação das pessoas quando se deparam com a possibilidade de mudar suas vidas para um patamar que acreditam ser o ideal. Também mostra a garra e a força do povo trabalhador que não se entrega diante do fardo pesado de cada dia.

Responsabilidade com o dinheiro, ambição sem limites, consumismo desenfreado e mudança de personalidade são pontos evidentes dessa trama. O mais legal são os conceitos que estão explícitos durante a leitura e principalmente como eles ocorreram, como por exemplo a inflação nos preços das mercadorias da cidade e o escambo por necessidade.

Há quem não se deslumbre pelo dinheiro fácil e mantenha sua vida no mesmo ritmo porque já encontrou o caminho que traz a felicidade. E esse, infelizmente, é somente um caso diante de muitos que deixam seus princípios de lado em busca de um ganho fácil.

Ter muito dinheiro fez com que muitos esquecessem da pobreza, mas fez principalmente com que pessoas tomassem atitudes que anteriormente não tomariam. Nessa leitura fica evidente que dinheiro nem sempre traz felicidade, pelo contrário, pode levar a irresponsabilidade e a uma miséria maior do que a inicial. Por outro lado, esse mesmo dinheiro pode gerar experiências e oportunidades como nunca se vivenciou.

Leitura recomendada!



Brincando de bolsa de valores no BM&FBovespa

Frases como: "Ações são complicadas de investir", "Conheço um Fulano que vive de ações na bolsa", "Ciclano perdeu tudo nesse negócio de ações!", "As ações da empresa C que estão boas para comprar", "Ih, caiu muito, ficou baratinha, se fosse você eu comprava!" e muitas outras são muito comuns quando o assunto é bolsa de valores. O fato é que ações podem ser desmistificadas quanto ao mito de que só se ganha com sorte ou de que uma fórmula mágica existe para investir e sair vitorioso.

Quer uma boa forma de fazer um teste gratuito, sem nenhum risco e verificar como você se sairia investindo em ações? É só aderir ao jogo da bolsa de valores criado em uma parceria entre a Folha e a Bolsa de Valores de SP, um simulador de compra e venda de ações com todos os mecanismos existentes no processo real. Ainda há premiações, embora seja complicado competir com os caras de mercado que jogam para obter auto promoção. (O link para o game está no final do post)


O registro no jogo é bem rápido. No começo, uma carteira de investimentos é definida com base na composição do índice Bovespa e um valor em dinheiro (Dinheiro virtual!) é colocado na conta do jogo. Assim como na vida real, são cobrados impostos, custódia e emolumentos, tudo para deixar o simulador ainda mais afiado e proporcionar uma experiência muito próxima da realidade dos investimentos em ações.

Minha dica é zerar a carteira, vendendo tudo a qualquer preço logo no início. Calma! Vou explicar.. Como o jogo inicia com uma carteira pré-definida, ficaria mais próximo da realidade se o jogador abdicasse de possíveis premiações e montasse uma carteira própria, usando somente o valor que usaria na vida real, mesmo que no jogo o valor seja muito maior. Assim o investidor inexperiente poderá simular investimentos semanais, mensais, operações de day trade ou manter as ações no estilo "buy and hold" e ver no que vai dar. É uma boa oportunidade para conhecer mais sobre as empresas e ganhar conhecimento no assunto, sem contar na simulação que pode evitar muitas frustrações.

O jogo tem seu início no começo do ano e a apuração dos vencedores no final do mesmo ano. Mas para quem só tem interesse em obter conhecimento e não pensa em competir, então qualquer período serve para realização de testes. Até mesmo investidores mais experientes irão achar interessante a possibilidade de testar seus métodos e doutrinas para apurar resultados.

Vai lá e simule! Afinal, não custa nada!

Segue o link para o Simulador:
http://folhainvest.folha.uol.com.br/

Segue um link para cursos na própria Bolsa de valores:
Cursos pagos e gratuitos: https://educacional.bmfbovespa.com.br/cursosonline

A crença cara do $1 dólar na carteira

Muitas pessoas possuem crenças com relação a ganhar dinheiro. Uma dessas crenças é seguida à risca pelo meu pai: a famosa nota de um dólar que nunca deve sair da carteira. Não sei ao certo como ela deveria funcionar e embora muitos digam que ela sirva como um ímã para chamar dinheiro, em muitos casos não funciona muito bem ou simplesmente não funciona.

O meu pai sempre andou com uma nota dessas na carteira, se gabando de ter uma nota de dólar e que aquilo iria deixá-lo sempre com dinheiro. Recentemente descobri que ele está aderindo a moda da moeda também, só que ao invés de centavos de dólar ele decidiu apostar na moeda de 500 pesos chilenos, que por sinal se parece muito com a nossa moeda de R$1,00. (Como ele arranjou essa moeda.. Não sei!) Não sei se a nota está se tornando insuficiente ou se o meu pai é quem precisa de mais talismãs, mas se a velha máxima: 'dinheiro atrai dinheiro', realmente funcionar, então faz todo sentido ter uma nota de dólar por todo lugar e maximizar a sorte!



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A nota de dólar sempre foi a moeda mais escolhida por supersticiosos por possuir uma grande quantidade de símbolos, por suas coincidências com o número 13, por causa do simbolismo da sua cor esverdeada e por causa de frases subliminares que muitos acreditam estar demonstrando força e poder. Mas talvez o dólar esteja um pouco caro para manter na carteira e aderir a novas moedas não custa nada né. Aliás, custa sim, principalmente em casos em que a nota vale muito mais que a moeda brasileira.

Se você, assim como eu, está achando o dólar caro pra servir de simpatia, não se preocupe! Existem muitas outras por aí, como a simpatia das sementes de romã por exemplo, em que o custo pode ser menor, já o benefício, não sei dizer. Ou então pode inovar um pouco e fazer igual ao meu pai e procurar a sorte em moedas mais baratas. Sabe como é.. a crise e a inflação exigem criatividade.

Depois de tanto pensar, acho que vou ficar com a folha de louro.. Na pior das hipóteses, faço um chá!


Jogo de tabuleiro.. Administrando o seu dinheiro!

Jogos de tabuleiro podem ser um passatempo legal e um divertimento sem igual entre as diversas formas de diversão, mas atualmente as mais físicas, ou menos virtuais, estão fora de moda. A tecnologia tem tomado conta de grande parte das nossas horas livres e a motivação para atividades que não estejam ligadas a um dispositivo eletrônico tem sumido a cada geração.

Na contramão do mundo, resolvemos tirar um fim de semana de diversão com jogos de tabuleiro. Separamos o jogo: Administrando o seu dinheiro. Um jogo barato (Por volta de R$50,00) e que não imaginávamos que proporcionaria tamanha diversão! O jogo é bem simples: joga dado, anda com personagem, descobre se recebe ou se paga e ocasionalmente acaba rindo de situações pouco prováveis!

Imagem retirada do site: http://mlb-d1-p.mlstatic.com/

No nosso caso, rimos muito! É, gargalhamos de faltar o ar! Certo, eu vou contar.. Tem uma parte no jogo que separa a decisão de continuar tentando ganhar mais alguma coisa da decisão de finalizar a partida caminhando para a opção que leva ao fim do tabuleiro. Só tem uma forma de obrigar o jogador a continuar no jogo e é caindo na casa que divide esses dois caminhos. Caiu nela!? Tem que dar outra volta!

É muito fácil cair na gargalhada quando um dos jogadores cai nessa casa pela segunda vez seguida, principalmente quando este queria acabar logo o jogo porque está perdendo e devendo até as calças. Mais fácil ainda é quando ele cai 4 vezes! Sim.. 4! Por um momento pensei que iria dormir e me deparar com um jogador zumbi pela manhã, com um dado na mão e tentando sair do jogo, tipo no filme Jumanji! (Tirando o zumbi é claro, embora a categoria zumbi ainda esteja na moda)

Começamos com $22,00 (Moeda do jogo) e a chance de terminar devendo a Deus e ao mundo é bem próxima dos 100%. (Nesse jogo só eu saí com dinheiro! Pura sorte!) Diria até que esse jogo reflete bem a realidade a qual vivemos, nascemos pobres e terminamos devendo, mas na retrospectiva final o que temos são boas gargalhadas!

Segue link para o trailer do filme Jumanji:
https://www.youtube.com/watch?v=g84GqNCxRVg

Segue link para compra do jogo nas lojas americanas: (Mas se for comprar, pesquise!)
http://www.americanas.com.br/produto/7967361/administrando-o-seu-dinheiro-pais-e-filhos


Quem é a vítima? Sou eu.. Eu juro!

Quem nunca foi assaltado? E quem nunca ouviu frases como: "Ih, deu mole!", "Mas também, falando no telefone na rua", "Com um relógio desses, tava pedindo!", "Cordão!? Queria ser assaltado né?", "Todo dia alguém é assalto nessa rua, não pode dar bobeira nela" e muitas outras, logo depois que contou para alguém que foi roubado. Pois essa é a típica inversão de valores na qual o cidadão trabalhador se torna o culpado pela moléstia e o meliante sai como se fosse a vítima. (No final do post dou algumas dicas para minimizar a violência sofrida)

Se você não é do Rio de Janeiro, saiba que as chances de ser assaltado são maiores que a de ganhar na mega-sena. (Certo.. talvez quase tudo nesse mundo tenha chances maiores que a mega-sena) Aliás, se a mega-sena proporcionasse as mesmas chances de ser assaltado, estaríamos lidando com apostadores compulsivos e não com assaltantes pelas ruas. Mas se você ainda não foi assaltado, acredite, está fugindo da estatística por uma tangente muito tênue e a única forma de continuar assim é saindo do Estado. (Isso para os assaltantes do RJ, não estou contando com os de outros Estados, muito menos com o Governo.. se não, só saindo do país!)


O fato é que andamos na contra-mão o tempo todo e ser assaltante poderia ser considerado profissão! Porque não!? E no final das contas, meliante sou eu que estudei e estudo, que trabalho, que pago impostos para ter direito a segurança mesmo sabendo que o único dia que verei policiais bem armados na rua será no 7 de setembro, no dia da Independência. E se seguirmos o mesmo pensamento inicial no qual o "culpado" parece estar ostentando enquanto a "vítima" deve ser protegida pelos direitos humanos, ainda veremos o assaltante dar queixa à polícia e o cidadão ser preso.

Sinto que a situação tende a piorar e os que são de bem deverão permanecer em prisão domiciliar ou arriscar suas vidas em verdadeiras aventuras. Melhor mesmo é deixar essa guerra pra quem pode guerrear, se esconder e não esquecer jamais de deixar pelo menos os R$20,00 do ladrão no bolso para o caso de você ser sorteado no momento em que estiver em uma aventura pela cidade. (Talvez esses R$20,00 não sejam suficientes. Sabe como é.. inflação!)

E é isso.. Rio de Janeiro.. Sol e praia! Cidade maravilhosa! Onde vivo e também onde padeço!

E só pra deixar bem claro: A VÍTIMA SOU EU! EU JURO!
Dicas

1 - Ande somente com um documento com foto (RG ou Carteira de motorista)
Assim não fica sem documentos e é mais fácil tirar um só do que todos.


2 - Se tiver cartões: coloque em um porta cartões separado da carteira de dinheiro
(Cartão do Banco, Vale transporte e Refeição) - O Bilhete Único dá trabalho para tirar de novo.
Aproveite e coloque o documento também, assim só levarão o dinheiro.

3 - Se tiver sido assaltado, faça o Boletim de Ocorrência e peça para registrar o roubo do documento e do telefone celular.
Assim poderá acionar o seguro do telefone, se tiver, e ainda tirar os documentos gratuitamente ao apresentar o Boletim de Ocorrência, constando o documento roubado.




4 - Não esqueça de cancelar a sua linha e bloquear o aparelho através da operadora.
Com o número Imei do aparelho, que também está na caixinha, poderá bloquear o telefone, invalidando o uso do mesmo. Além disso, se seu aparelho for Android é possível bloquear e restaurar as configurações de fábrica através do Google dispositivos, apagando assim todos os seus documentos, fotos e aplicativos. (Isso se você se conectou na conta Google pelo menos uma vez no seu dispositivo)

João e o pé de feijão.. repleto de dinheiro

Você pode estar pensando que a história de João e o pé de feijão é só mais um simples conto infantil tentando ensinar alguns valores para crianças. Sinto-lhe dizer que não é nada disso. O que é então? Uma história puramente capitalista, gananciosa e que esconde muito trambique e alguns delitos. Veja só a minha versão capitalista da história:
João, conhecido como Joãozinho por causa da sua baixa estatura, era muito confundido com uma criança, mas na verdade era um falido anão trambiqueiro que se dizia especialista em escambos e trocas de coisas de valor. Ele vivia buscando oportunidades de enriquecer facilmente e não tinha nenhum pudor, sua especialidade era enganar pessoas na internet, principalmente em sites de bate-papo e vendas nos quais se passava por GalalauDaNet.

João vivia com sua mãe na zona rural da cidade, enquanto seu pai tinha um caso grave de bebedeira e participava de uma trupe de circo itinerante como anão palhaço. Tudo o que João tinha era um conjunto de CDs antigos, um velho computador, um skate autografado pelo Bob Burnquist e uma vaca que era uma espécie de lembrança do tempo em que sua família era uma grande produtora de leite, embora essa vaca não desse mais leite algum.

Foi num dia comum e nublado, após ouvir sua mãe reclamar de sua vagabundagem, das tranqueiras que tinha e da falta de responsabilidade com as despesas da casa, que João resolveu que iria ganhar dinheiro, mas dinheiro mesmo, muito dinheiro. Da última vez que procurou um trabalho com um bom salário e que fosse algo que gostasse, tipo diversão que era o seu forte, acabou se inscrevendo para ser dançarino de festas adultas, mas não deu muito certo. Parece que um anão striper não era tão cogitado como ele pensava. Resolveu então fazer um apanhado do que tinha e vender tudo numa pequena venda de garagem para se livrar de coisas velhas e ainda ganhar uma grana.

Imagem retirado do site: http://www.historiaparadormir.com.br/

Foi no bazar que conseguiu fazer uma troca milagrosa: sua vaca por feijões que um senhor astuto dizia que eram mágicos. Em pensar que esse senhor fez um belo churrasco enquanto João momentos depois pensava: "Putz.. e agora!". Quando sua mãe soube, num acesso de raiva, atirou os cinco feijões pela janela da cozinha e murmurou palavras incompreensíveis sobre características não muito boas de João. O mais incrível foi que depois de uma noite chuvosa, com raios e trovões, o amanhecer era de céu limpo, mas como era de se esperar, os feijões não deram em nada.

Sem saber o que fazer e com a moral abalada, João acabou se envolvendo com más companhias e resolveu que iria surrupiar um vizinho metido a rico que tinha como principal característica a força bruta e o físico avantajado. Esse vizinho era conhecido como gigante, tinha uma boa condição financeira, adorava música clássica e morava no terceiro andar de um prédio antigo cercado por trepadeiras. Ao anoitecer, João resolveu escalar as trepadeiras até a janela do apartamento e surrupiar algo de valor, conseguiu sair com uma sacola cheia de pertences valiosos na primeira investida, na segunda roubou um animal entalhado a ouro e na última vez resolvera carregar o micro system turbinado do seu vizinho.

Por sorte, João conseguiu realizar os furtos sem ser percebido, vendeu tudo e entrou para o mundo do crime. Hoje vive repleto de dinheiro, se tornou um dos maiores trambiqueiros do Caribe e está na lista dos dez mais procurados do FBI. Gigante ficou tão atordoado com sua perda material que acabou vendendo o que tinha e se mudou para o Alasca, para nunca mais ser visto. Alguns dizem que foi daí que surgiu a história do pé grande. Sua mãe recebeu uma grande quantia em dinheiro de uma origem desconhecida e conseguiu recuperar a propriedade que quase fora perdida para o governo. Ela mantém uma vida pacata no interior com uma bela plantação de feijões pretos e adora feijoada.
E é essa a história de João.. A verdadeira história! Nua e crua!


Chapeuzinho Vermelho.. a revendedora

Certo, talvez você conheça a história de chapeuzinho vermelho. (Humm, será mesmo?) Pois bem, os fatos são que chapeuzinho viveu uma história capitalista. Sim, é isso mesmo! Sério! Tudo tinha a ver com dinheiro, perseguição e a busca pela fama, quase um filme de ação hollywoodiano, pelo menos na minha versão capitalista. Veja só a minha versão da história:
Chapeuzinho vermelho era conhecida por toda a vizinhança e acordava cedo para trabalhar numa cidade de interior que tinha um movimento bem incomum. Ela era conhecida por seu belo capuz vermelho, um marketing pessoal que a diferenciava dos outros vendedores de doces. Sim, ela era revendedora de doces e vendia muito bem, todos adoravam os doces e os preços de chapeuzinho.

Toda manhã, chapeuzinho ia até a loja de doces que ficava do outro lado da cidade e voltava para revende-los. O detalhe era que ela ia a pé para economizar na passagem e aumentar sua margem de lucro. O nome da loja? Ah sim.. Casa da Vovó! Nessa loja trabalhava uma pacata senhora, confeiteira de mão cheia e que resolvera abrir uma loja após a aposentadoria, já que seu ordenado oferecido pelo governo não dava para pagar todas as contas e remédios. Apesar dos seus problemas de coluna, vovó, como era chamada carinhosamente, era muito feliz com o que fazia e trabalhava o dia inteiro, só parando para deitar um pouco à tarde para dar um refresco para suas costas tão doloridas.

O sucesso nas vendas de chapeuzinho eram evidentes. Uma cesta novinha fora comprada pois a antiga já não dava conta da demanda e uma maquininha fora adquirida para facilitar as vendas, até mesmo uma bicicleta estava sendo cotada para servir de transporte. Era o sucesso batendo à porta! Mas nem tudo eram flores, pois seus concorrentes estavam irritados com as investidas de venda agressiva de chapeuzinho e o seu maior concorrente já planejava acabar com essa farra do boi. O lobo da floresta, com seu marketing pessoal, acabara por ser conhecido como lobo mau, muito por causa dos seus métodos para destruir a concorrência, vendas casadas e técnicas para segurar os clientes. Após tentar de tudo, o lobo mau resolveu armar uma emboscada para a chapeuzinho. Era só esperar o momento certo!

Imagem retirada do site: http://liberatinews.blogspot.com.br/

Num belo dia de vendas, chapeuzinho se deparou com uma situação diferente. Seus doces haviam acabado antes mesmo de terminar seu expediente e com isso ela resolveu voltar a casa da vovó para comprar uma nova remessa de doces. Afinal, tinha que ganhar um bom dinheiro naquele mês para poder pagar seu aluguel atrasado. Esse fora o momento perfeito para que o lobo mau se adiantasse. O lobo, num surto de ideias, resolveu tomar o lugar da vovó no seu período de descanso e se disfarçar de atendente da loja. Sua ideia era dificultar a venda e cancelar todos os cupons e descontos de chapeuzinho já cadastrados no sistema web da loja.

Chapeuzinho chega na loja e percebe o novo atendente, pergunta pela vovó e recebe como resposta que a mesma está descansando, mas que ele, o lobo, iria atende-la. Sem desconfiar, ela escolhe os doces e leva ao caixa. O lobo, muito malandro, diminui a quantidade de doces da cesta e repassa o preço muito acima do que deveria ser vendido, além de cobrar taxas e impostos inexistentes. Chapeuzinho desconfiada resolve perguntar: 

Chapeuzinho: Porque esse imposto tão grande?
Lobo: É pro governo gerir melhor!

Chapeuzinho: Porque essa taxa tão grande?
Lobo: É pra loja te atender melhor!

Chapeuzinho: Porque esse preço tão grande?
Lobo falando baixinho: Essa garota só reclama! Não é à toa que consegue desconto!

No meio da venda e prestes a passar a perna na chapeuzinho eis que surge o segurança 'Lenhador' que há muito tempo estava atento no movimento da loja. O segurança da vovó era um atleta escocês que adorava os esportes de sua terra natal, principalmente o lançamento de toras de madeira que o obrigava a cortar árvores de tempos em tempos e foi daí que surgiu seu apelido de lenhador. Vovó com uma escopeta nas mãos e o lenhador com seu inseparável machado partiram pra cima do lobo que atordoado resolveu correr e fugir enquanto gritava que era 'Pegadinha do Malandro', para nunca mais voltar.

Hoje em dia chapeuzinho já possui uma rede de revendedoras e é muito famosa no ramo, enquanto a vovó abriu mais uma loja com ajuda das Senhoras Distintas, um grupo de leitura que participava nos finais de semana em que não trabalhava. O lenhador passou a ser o segurança chefe mesmo após ganhar a medalha de prata no arremesso de toras dos últimos jogos escoceses e chegar mais perto do seu sonho de ser um atleta patrocinado. Já o lobo, virou contrabandista e acabou sendo preso anos depois numa cidade mexicana, tentando vender doces estragados a um policial americano na fronteira com os Estados Unidos.
Pois é, pode não parecer verdade, mas essa história é a verdadeira história de chapeuzinho vermelho! Viu só como você não sabia de nada!


Livro: Pai Rico Pai Pobre

Imagem retirada do site: 
www.skoob.com.br/ 



Minha indicação:   Iniciantes em investimentos
Minha avaliação:  

Sinopse:
   O objetivo deste livro é o de partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência financeira pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Sem treinamento financeiro, freqüentemente recorremos a fórmulas padronizadas para levar a vida, como trabalhar com afinco, poupar, fazer empréstimos e pagar impostos demais. Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. A escolha é de cada um. A cada dia, a cada nota, decidimos ser rico, pobre ou classe média. Dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os aguarda. Ninguém mais o fará.

Outra informação:  Esse não é um livro técnico!

O livro "Pai Rico Pai Pobre", escrito por Robert Kiyosaki, apresenta conceitos interessantes e pensamentos que podem fazer a diferença. Esse ensinamento deveria ser dado na escola e não ser negligenciado por tanto tempo, pois lidar com finanças é parte latente no cotidiano de qualquer pessoa. Na minha opinião, essa obra deveria ser de leitura obrigatória.

Um livro relativamente curto e de grande sucesso pelo mundo, um verdadeiro best-seller. Ele procura passar seu pensamento através de 6 lições:
  1. "Os ricos não trabalham pelo dinheiro"
  2. "Para que alfabetização financeira?"
  3. "Cuide de seus negócios"
  4. "A história dos impostos e o poder da sociedade anônima"
  5. "Os ricos inventam dinheiro"
  6. "Trabalhe para aprender - não trabalhe pelo dinheiro"
De todos os pontos abordados o único que tomaria cuidado é com relação ao item 4 - "A história dos impostos e o poder da sociedade anônima", pois os impostos podem variar muito de país para país e também com relação ao período em que se vive. (Na época dos meus pais a sensação era investir em imóveis e em comparação com o ano de 2016 está bem mais caro financiar um apartamento, por exemplo) Além disso, algumas citações de leis podem ser bem mais abrangentes, principalmente no que tange ao Brasil, onde a carga tributária é monstruosa. No entanto, vale o entendimento da lição e se ela despertar uma curiosidade maior sobre o assunto, o leitor poderá realizar sua própria pesquisa sobre tributação em investimentos e adequar a sua realidade.

Leitura recomendada!


Títulos de Capitalização... Apostando no acaso

Vivemos num mundo cercado por promessas de ganhos fáceis e rápidos e são muitos os que vislumbram o enriquecimento apostando no acaso. Há casos em que o percentual de sucesso é totalmente desconhecido, contando somente com a torcida e a crença na vitória ou ainda que são simplesmente investimentos inconscientes. É fato que algumas pessoas conseguem entender melhor a relação com o jogo e conseguem não se frustrar com as derrotas, transformando-as em experiência, mas também é fato que essas pessoas fazem parte da minoria e que como a maioria também não ganham nada significativo.

A grande sacada das apostas é saber quais são suas possibilidades reais de ganho para que você possa entender melhor suas chances de vitória e decidir se vale a pena correr o risco. Mas o essencial mesmo é: Nunca aposte um dinheiro que vai precisar! (No meu caso, nunca apostaria nem mesmo o que não precisaria. E parando para pensar: Quem tem dinheiro que não precisa? Não sou eu!) Todos os cálculos só mostram o quão difícil ou improvável é sair vencedor em uma aposta comum, como por exemplo: sorteios de títulos de capitalização.


Sim, os títulos de capitalização são apostas, não tem como dizer nada ao contrário. (Diria que são apostas na derrota certa) Há diversas formas de maquiar uma situação para que ela se apresente favorável quando na verdade não é. Com um retorno que representa um valor muito abaixo do ofertado na poupança e a promessa de participação em sorteios que podem render prêmios fantásticos, os títulos de capitalização se tornam um bom exemplo do que não comprar, mas as pessoas acabam comprando. (Talvez por falta de uma educação financeira ou por simplesmente ter sido enganada) Além de um retorno horroroso, os títulos ainda possuem taxa de administração ou taxa de carregamento, perdas significativas de capital nos casos de resgate antes do prazo final e por último temos o Imposto de Renda sobre o lucro. (É até zoeira cobrar imposto sobre o lucro! Que lucro é esse!? Sobrou alguma coisa!?)

Para que fique bem claro: Eu não recomendaria títulos de capitalização nem pro meu pior inimigo! É muita crueldade. Mas com certeza esse meu pensamento não é compartilhado com os gerentes de banco que no menor descuido te apresenta um produto com possibilidades de ganho 'fácil' chamado título de capitalização. (Eu levaria uma oferta dessa como insulto a minha inteligência e iria embora!)

Vale ressaltar:

  • Título de capitalização não é poupança! (Não é se quer um investimento)
  • As chances de ganhar qualquer coisa são mínimas. (Não conheço ninguém que tenha ganho)
  • As chances de se frustar são enormes. (Pra mim é certeza de frustração)
  • As perdas de dinheiro serão significativas. 
  • Grandes chances de sair com menos dinheiro do que investiu.
Sendo bem incisivo: se você tem um título de capitalização, não se desespere, o erro já foi cometido. Espere acabar para pelo menos recuperar o que "investiu" e aprenda com sua própria burrada. Se não tem, NÃO compre! (A não ser que queira perder dinheiro é claro!)



Previdência Privada em: Acumular dinheiro.. tem que ser forte!

Muitas pessoas não conseguem separar nem um tostão se quer para investir ou até mesmo para guardar caso ocorra uma emergência, enquanto muitas outras até conseguem juntar um valor por um pequeno período, mas acabam limpando a conta na primeira oportunidade que tem. São para esses casos, em que juntar o dinheiro é um sacrifício enorme, mas gastar o acumulado é tão fácil quanto nunca ter juntado nada, que existe a Previdência Privada. (O gastar me parece mais recompensador, mas acaba no mesmo patamar de não ter nada..)

A previdência privada pode ser uma alternativa para quem tem dificuldades de manter o dinheiro investido. Ela funciona bem porque todo mês irá chegar um boleto para pagamento, assim como as contas normais como: luz, telefone, água e internet, por exemplo. Com o tempo, o investimento na previdência privada se torna mais uma conta a ser paga e não mais um ativo que pode ser subtraído a qualquer momento. Além disso, o período de carência poderá proteger seu capital de uma possível lembrança a curto prazo. Vale também associar essa oportunidade ao péssimo quadro da previdência social no Brasil, mais conhecida como INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), tornando a previdência privada uma das saídas encontradas, por pessoas comuns, para a crise da previdência. (Eu nem conto com essa 'ajuda' do governo para a minha velhice.. vai que a fonte seca!)


Imagem retirada do site: http://www.culturamix.com/

São 2 os tipos de previdência privada: PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres). Tratando de forma bem resumida: o PGBL é indicado para pessoas que pagam algum valor quando declaram o imposto de renda e o VGBL é indicado para as pessoas que são isentas ou não pagam imposto algum.

CaracterísticasPGBLVGBL
Dedução no Imposto de RendaAbater os aportes realizados no ano desde que se limitem em até 12% da renda bruta tributávelNão permite deduções
Cobrança de Imposto de RendaNa retirada e em cima de todo o dinheiroNa retirada e em cima dos rendimentos (Lucro)
Tipo de DeclaraçãoCompletaSimplificada ou Isento

Além disso, existe a escolha por um tipo de tabela: regressiva ou progressiva. A tabela progressiva inicia com cobranças de juros mais baixos e vão aumentando conforme o valor do investimento resgatado. A tabela progressiva é indicada para pessoas que pretendem retirar o dinheiro num curto prazo de tempo ou que vão retirar quantias pequenas*. Já a tabela regressiva cobra juros mais altos no início e reduz com o passar do tempo, sendo a opção indicada para pessoas que visam manter o capital investido por mais tempo.

* Renda de até R$ 1.903,98/mês é isenta de imposto, segunda a tabela do IRRF de 2016.
Para ter acesso a outros anos acesse o site da Receita Federal: http://www.receita.fazenda.gov.br/


** Progressiva (Anual)
Até R$ 22.499,130%
De R$ 22.499,14 até R$ 33.477,727,5%
De R$ 33.477,73 até 44.476,7415%
De R$ 44.476,75 até 55.373,5522,5%
Acima de R$ 55.373,55
27,5%

** Tabela progressiva de pessoa física para o exercício de 2016, ano calendário 2015. 
Para ter acesso a outros anos acesse o site da Receita Federal: http://www.receita.fazenda.gov.br/

Regressiva
Até 2 anos35%
de 2 a 4 anos30%
de 4 a 6 anos25%
de 6 a 8 anos20%
de 8 a 10 anos15%
mais de 10 anos10%

OBS: O imposto incide sobre o montante retirado, em qualquer situação. Perceba que o valor depositado no início do plano tem mais tempo do que valores recém aportados, logo a retirada de uma quantia que compreende valores de épocas diferentes acabam por incidir impostos diferentes em cada pedaço do montante.

Depois de identificar o tipo e a tabela que se enquadra no seu caso, realizar uma pesquisa sobre os produtos que estão à disposição se faz necessário. Isso porque os produtos possuem perfis, taxa de administração e alguns, taxa de carregamento. A diferença entre os perfis (conservador, moderado e agressivo) é o percentual de investimento em cada área de ativos, sendo os agressivos indicados para pessoas mais jovens e para os que pretendem arriscar um pouco mais em troca de um retorno maior. Enquanto os mais conservadores são indicados para pessoas que estão mais próximas da aposentadoria, que não podem mais arriscar o capital e para as que pretendem somente usar os benefícios do PGBL para minimizar custos com o imposto de renda. (A decisão sobre o perfil é uma estratégia que depende de pessoa para pessoa e para toda indicação há sua exceção, então busque entender o que é melhor pra você)

Não se esqueça de verificar as taxas de administração e de carregamento, elas variam de ativo para ativo e podem ser as grandes vilãs da sua previdência privada. Sempre busque ativos com taxas de administração menores do que 2% e se possível sem a taxa de carregamento.

E aí .. vai esperar pelo INSS ou vai investir na Previdência Privada?