À Procura da Felicidade.. e do restante também!

"À Procura da Felicidade", filme estrelado por Will Smith e seu filho, retrata uma caminhada incrível onde a falta de dinheiro pode ter um papel importante para abrilhantar características magníficas de qualquer pessoa, como por exemplo: a persistência e a vontade de vencer, que são apresentadas no filme como verdadeiros marcos da vida de Chris Gardner.

As dificuldades são inúmeras e as chances de vencer independem da dificuldade passada, pelo menos é isso que o pai de família Chris passa ao encarar os problemas e maquiar o mundo real para que seu filho não sofra com suas más decisões. (Esse ponto da história chamo de sofrer em silêncio)

Imagem retirado do site: http://images.quebarato.com.br/

Consigo enxergar facilmente algumas falhas que levaram o personagem principal ao péssimo ponto em que chegou, como: a falta de planejamento, a falta de pesquisa sobre a aceitação do produto que estava prestes a vender, uma falta de reserva que pudesse suprir suas necessidades e principalmente uma falta de acompanhamento das suas finanças. (Esse ponto da história chamo de despreocupação com a realidade)

Por outro lado, vejo algumas características decisivas para que sua jornada desse uma reviravolta e pudesse entrar numa crescente de bons resultados, como: persistência, resiliência perante as dificuldades e principalmente foco no que acreditava ser a saída para a crise que estava passando. (Esse ponto da história chamo de caindo em si ou desilusão)

Esse é um dos meus filmes preferidos, a história é contagiante e torcer para que o Chris vença é uma constante no filme (Pelo menos pra mim!) E acredite, ele vence! Socos no ar e um enorme sorriso não retratam o sentimento que procura liberdade através de uma explosão de ações. (E é esse pequeno ponto da história que todos buscam, esse ponto chamo de.. felicidade)

"Nunca deixe que alguém te diga que não pode fazer algo. Nem mesmo eu. Se você tem um sonho, tem que protegê-lo. As pessoas que não podem fazer por si mesmas, dirão que você não consegue. Se quer alguma coisa, vá e lute por ela. Ponto final" - À procura da Felicidade


A crise de 2016 e o alvo é o proletariado

A crise de 2015 se estende por 2016 como uma enfermidade sem remédio. Digo sem remédio porque as saídas encontradas para controlar ou minimizar os efeitos da marolinha estão se mostrando no mínimo ineficientes. Controlar a inflação com a taxa Selic não parece efetivo, muito menos inteligente, além disso existem os gastos absurdos do governo que não correspondem a nossa realidade.

Não sou vidente e meu pessimismo quanto ao rumo do país é confuso. Não sei se torço pra dar certo ou se torço pra dar errado, vislumbrando uma mudança que coloque esse país nos eixos. Contudo, posso dizer com absoluta incerteza (Sim, eu não sou vidente) que aqueles que não estiverem preparados para o pior sofreram como nunca.

Retirado do site: http://blog.jovempan.uol.com.br/

Vou me concentrar no RJ, meu estado natal: O desemprego tem batido alguns recordes e a inflação também, o número de endividados sobe e o que se vê é o turismo bombando, olimpíadas a todo vapor e obras por toda a cidade. Algumas cidades se tornando cidades fantasmas porque possuíam como principal incentivadora a empresa Petrobrás, vítima de meliantes, denúncias e escândalos que parecem não ter fim. Empresas e lojas fechando as portas ou se mudando para outros estados. Investimentos do governo em.. investindo no.. no que mesmo? Ah sim! Investindo em ações para aumentar os tributos em cima dos proletariados, pelo menos dos que ainda são.

Em outras épocas, segundo o meu pai, a população não deixava isso barato. Ia pra rua, pintava a cara e pegava pelo gogó os malandros que se aproveitavam da sua posição na sociedade pra roubar o povo. Atualmente ir pra rua, pintar a cara e pegar malandros pelo gogó são ações de um carnaval com ritmo de pegação!

Pelo menos o Senador Jucá desistiu de aumentar o Imposto de Renda sobre os investimentos e adicionar o mesmo em ativos que por enquanto não são tributados. Será que nem tudo está perdido? (Nesse momento que entra a carinha de desconfiado)

Eu não sei vocês, mas eu vou conter ainda mais meus gastos, manter a minha reserva saudável, se possível evoluindo. Fico assustado com a possibilidade de não haver uma reserva e não são poucas as pessoas que se o salário atrasar as consequências serão devastadoras.

Partiu bloquinho!?!?