A crise de 2016 e o alvo é o proletariado

A crise de 2015 se estende por 2016 como uma enfermidade sem remédio. Digo sem remédio porque as saídas encontradas para controlar ou minimizar os efeitos da marolinha estão se mostrando no mínimo ineficientes. Controlar a inflação com a taxa Selic não parece efetivo, muito menos inteligente, além disso existem os gastos absurdos do governo que não correspondem a nossa realidade.

Não sou vidente e meu pessimismo quanto ao rumo do país é confuso. Não sei se torço pra dar certo ou se torço pra dar errado, vislumbrando uma mudança que coloque esse país nos eixos. Contudo, posso dizer com absoluta incerteza (Sim, eu não sou vidente) que aqueles que não estiverem preparados para o pior sofreram como nunca.

Retirado do site: http://blog.jovempan.uol.com.br/

Vou me concentrar no RJ, meu estado natal: O desemprego tem batido alguns recordes e a inflação também, o número de endividados sobe e o que se vê é o turismo bombando, olimpíadas a todo vapor e obras por toda a cidade. Algumas cidades se tornando cidades fantasmas porque possuíam como principal incentivadora a empresa Petrobrás, vítima de meliantes, denúncias e escândalos que parecem não ter fim. Empresas e lojas fechando as portas ou se mudando para outros estados. Investimentos do governo em.. investindo no.. no que mesmo? Ah sim! Investindo em ações para aumentar os tributos em cima dos proletariados, pelo menos dos que ainda são.

Em outras épocas, segundo o meu pai, a população não deixava isso barato. Ia pra rua, pintava a cara e pegava pelo gogó os malandros que se aproveitavam da sua posição na sociedade pra roubar o povo. Atualmente ir pra rua, pintar a cara e pegar malandros pelo gogó são ações de um carnaval com ritmo de pegação!

Pelo menos o Senador Jucá desistiu de aumentar o Imposto de Renda sobre os investimentos e adicionar o mesmo em ativos que por enquanto não são tributados. Será que nem tudo está perdido? (Nesse momento que entra a carinha de desconfiado)

Eu não sei vocês, mas eu vou conter ainda mais meus gastos, manter a minha reserva saudável, se possível evoluindo. Fico assustado com a possibilidade de não haver uma reserva e não são poucas as pessoas que se o salário atrasar as consequências serão devastadoras.

Partiu bloquinho!?!?


Um comentário:

  1. As pessoas estão preocupadas com o presente. O viver o aqui e o agora. Mas só sabem reclamar e não agem para reverter a situação. Difícil entendê-las.

    ResponderExcluir

Me diga o que achou.. comente!