Fundo de emergência.. Que tal?

Ninguém está nadando em dinheiro e eu sei que está complicado manter o padrão de vida. Associado a isso existem pressões constantes que podem deixar qualquer um maluco de verdade! São as taxas aumentando, a inflação pressionando, o salário reduzindo e os postos de trabalho evaporando. Um verdadeiro caos pós apocalíptico. (Certo, exagerei muito! Ou não!)

Imprevistos acontecem e o melhor mesmo é está preparado para a grande maioria deles. Uma forma de se resguardar e dormir mais tranquilo é a criação de um fundo de emergência, que é uma provisão que permite que você cubra imprevistos e se mantenha em épocas de vacas magras. Mas e aí.. por onde começar? Quanto guardar? Onde guardar? Quando usar?

Imagem retirada do site: http://www.gazetadopovo.com.br/

Ok, não vou te contar! (Bazinga!!! Brincadeirinha.. Desculpe, não resisti!)

Vamos passo a passo: 

- Com relação ao quanto guardar, as sugestões são as mais diversas. Particularmente, gosto de pensar em um valor que corresponda ao salário de 6 meses, mas tem quem pense em menos, como por exemplo: 6 meses de despesas ou um período menor de cobertura. (Isso se suas despesas forem menores que o seu salário! Só de pensar nessa possibilidade me dá calafrios) 

Já o onde guardar deve seguir características específicas como segurança e liquidez. Nesse caso não temos preocupação com a rentabilidade, precisamos mesmo é que o valor esteja disponível rapidamente no momento do imprevisto. Certo.. mas onde guardar? Existem muitos ativos seguros e com liquidez alta. Um deles é a poupança, que embora tenha uma rentabilidade muito baixa, se mostra como uma alternativa plausível para o acúmulo da riqueza necessária para criação da reserva. Contudo, eu só indicaria a poupança num curto prazo, pois existem ativos que podem proteger o seu capital com muito mais eficácia, como por exemplo: Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Crédito de Depósito Bancário (CDB) e fundos, quando esses estão indexados ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), mais conhecido como inflação. Lembrando que uma característica que deve ser observada no momento da contratação de um desses ativos é a liquidez. Busque os com liquidez diária! 

O quando usar também é uma discussão extensa, então vamos resumir ao fato de que critérios devem ser estabelecidos, se não qualquer coisa vira emergência e lá se vai a reserva. Eu defino emergência como: problemas de saúde e perda do emprego. São nesses momentos que usaria a reserva.

Não perca mais tempo, faça seu fundo de emergência e sinta uma maior tranquilidade fluir pelas suas veias!


Um comentário:

  1. Quem quer fazer um fundo de emergência deve estar comprometido(a), pois nada adianta se a retirada de uma certa quantia for feita em situações em que não há necessidade.
    Excelente texto!
    :)

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