Debêntures Incentivadas.. Vai e me incentiva!

Antes de entender um pouco mais sobre as debêntures incentivadas, é preciso saber o que são debêntures e porque eu colocaria meu rico dinheirinho nesse tipo de ativo.

Imagem retirada do site: https://accountlearning.com/

O que são debêntures?

Debêntures são valores mobiliários representativos de dívida, que dão a seus detentores um direito de crédito sobre a companhia emissora. (Que bonito! Mas não entendi nadinha..) 

Resumindo, uma empresa precisa de dinheiro e tem as seguintes opções:
  1. Pegar empréstimo no Banco com os juros definidos pelo próprio Banco.
  2. Lançar uma debênture cujo juros será definido pela própria empresa.
Como ela quer pagar menos do que o banco está oferecendo, ela decide por emitir debêntures e assim ela fica devendo para os investidores que decidirem por comprar as debêntures dela.

Imagem retirada do site: www.euqueroinvestir.com

Lembrando que: As debêntures são ativos de renda fixa de risco e não possuem o auxilio do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Com isso, caso a empresa não honre com o pagamento, o prejuízo é todo seu! (Há possibilidade de perda do capital investido + juros)

Porque eu compraria uma debênture?

As debêntures podem ser mais uma forma de diversificação do capital, também podem ser boas fontes de rendimento já que podem pagar um valor maior do que outros ativos e caso seja uma debênture incentivada, não terá o IR (Imposto de Renda) e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que são vilões do investimento.

Quando eu recebo?

As debêntures emitidas possuem uma data de vencimento, uma forma de abater os juros e de amortização da dívida. (Semestral, Anual ou só no vencimento) 

O que é uma debênture incentivada?

As debêntures incentivadas possuem incentivo do governo, porque os recursos serão usados para realização de projetos voltados para a implantação, ampliação, manutenção, recuperação ou modernização de setores de infraestrutura do país (Por exemplo: Energia, Mobilidade e Telecomunicações).

Prós e Contras de uma debênture incentivada

Prós:
  1. Isenção do IR (Imposto de Renda) sobre os rendimentos para pessoa física e estrangeiros.
  2. Isenção do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras)
  3. Diversificação da carteira de investimentos.
  4. Premia com um retorno maior do que outros investimentos de renda fixa.
Contras:
  1. Não possui auxilio do FGC (Fundo Garantidor de Crédito)
  2. É um ativo de baixa liquidez.
  3. Possui o risco de perda do capital investido e dos juros gerados pelo investimento.
  4. Algumas exigem que o investidor seja qualificado *.
* Investir qualificado é quando o investir possui um bom valor em investimentos. Normalmente esse valor corresponde a 1 milhão de reais.
As debêntures incentivadas são oportunidades que precisam ser bem avaliadas. O risco existe, mas pode ser reduzido tomando alguns cuidados como por exemplo:
  1. Verificar se a empresa está classificada como grau de investimento.
  2. Procurar por empresas grandes.
  3. Procurar por empresas que possuem capital aberto, facilitando o acompanhamento da mesma.

Apesar de todo o cuidado, o risco nunca será 0. Então, procure diversificar e diluir o risco nos seus investimentos.

Bons investimentos!


Livro: Eu quero ser rico!



Imagem retirada do site: 
www.skoob.com.br/ 


Minha indicação:   Iniciantes em finanças
Minha avaliação:       

Sinopse:

   De forma simples e direta, um roteiro para sair da escravidão de contas, juros e dividas e partir lenta e progressivamente e de forma realista, para a Independência Financeira, através do estudo do trabalho e da poupança mensal..

Outra informação:  Esse livro possui algumas orientações simples.
É preciso tomar cuidado com alguns dados que podem estar desatualizados, como por exemplo: "O governo faz recompra dos títulos todas as quartas-feiras, [...]" Com a modernização do sistema, essa recompra passou de quartas para todos os dias.

O livro "Eu quero ser rico!", escrito pelo Bastter, um reconhecido educador na área financeira, apresenta a realidade. Ele diz na sua cara tudo aquilo que você já sabe que faz e que mesmo sabendo coloca a culpa em qualquer um ou qualquer coisa, por pura comodidade. O intuito dele é fazer o leitor acordar para realidade e mudar o seu comportamento, fazendo com que cada um assuma a sua situação como algo que pode ser mudado.

Ele busca mostrar que nenhuma decisão é fácil e que até mesmo não decidir por nada pode ser uma decisão difícil de se fazer. São muitos os passos para ser chegar ao "ser rico" que ele define como ter recursos suficientes para a independência financeira.

Esse livro possui a personalidade do autor. Ele é firme nos seus ensinamentos e diz o porquê que você está falhando, o porquê que você não chega a lugar nenhum, o porquê muitos não conseguem nada e ficam só se vitimizando quando possuem em suas mãos a possibilidade de virar totalmente o jogo.

Ele é realista, não brinca com coisa séria e te diz o que tem que ser feito sem enfeites, mesmo que isso possa doer um pouco.

Last Day on Earth: Survival.. Sobreviva a isso!

O jogo Last Day on Earth: Survival tem se mostrado uma ótima opção de entretenimento! O game é desenvolvido pela Kefir! e possui gráficos excelentes, exige que o player tenha uma estratégia bem definida e que gerencie seus recursos para conseguir sobreviver num mundo pós-apocalíptico. O jogo está em sua versão beta, o que mostra que ainda irá evoluir muito, mas diria que ele já está no caminho para se tornar um dos grandes jogos para mobile.

Essa  imagem me lembra muito o Will Smith em "Eu sou a lenda"

Um pouco da história:
Em 2027, uma praga, uma infecção por um vírus desconhecido acabou com a maior parte da população do mundo. O vírus voraz foi nomeado praga de infecção mortal. A pandemia levou consigo 80% da população. A vida se esvaía das pessoas, mas essa praga as transformou em hordas de zumbis mortos-vivos perambulantes.
Esse jogo faz você se colocar no lugar de um personagem que vive sem recursos e que precisa constantemente se reinventar para poder sobreviver num mundo cruel. (Isso parece desnecessário, já que a vida no mundo real é praticamente descrita da mesma maneira) Ainda assim, pode ser bem divertido almejar objetivos de construção e de manutenção das coisas do personagem, tornando o seu character mais preparado para as adversidades e é claro alcançar os objetivos definidos.

Imagem retirada do site: https://optclean.com.br/

Se fosse dar algumas dicas:
- Reforce a casa e busque aumentar de level, sem se preocupar muito com as roupas, por exemplo.
- Dá pra achar muita coisa nos aviões e mantimentos.
- Armas, sempre tenha um caixote em casa com alguma e nunca saia sem pelo menos uma.
- Vai morrer? Foge filho! Depois você volta.
(Embora a morte não signifique muito porque não se perde a experiência adquirida, mas os itens por vezes podem ser perdidos)
- Sempre mantenha comida ou itens de cura como segundo item na mão. (O primeiro é a arma)

Fora isso, trace sua estratégia, gerencie bem seus recursos, junte tudo o que puder (Afinal você é um capitalista!) e sobreviva neste mundo devastado!

Recomendo muito esse jogo!

URL para baixar o jogo:
https://play.google.com/store/apps/details?id=zombie.survival.craft.z&hl=pt_BR


Fome de Poder.. Me vê um número 1!

Separei algumas horas para assistir alguns filmes que estava querendo ver há algum tempo e resolvi começar pelo "Fome de Poder". Um filme que conta a história da criação de um verdadeiro império no ramo da alimentação, o McDonald's. (Ou seria especulação imobiliária?)

A ambição associada à vontade de ganhar a qualquer custo estão presentes no personagem principal desde o início do filme. A sensação que tive no começo foi: "Que filmaço! Sensacional!" e conforme foi passando e fui entendendo a história fui me decepcionando com o personagem e suas atitudes, mas não com o filme que pra mim continuou sendo um dos melhores nessa linha de busca pelo sucesso.

Imagem retirada do site: http://www.adorocinema.com

Eu poderia citar diversos pontos que me intrigaram na história, mas com certeza seriam spoilers. Penso que o personagem principal usou todos os recursos que podia pra fazer uma boa ideia decolar de vez e render o sucesso que ele tanto perseguia, mas discordo da maneira com que ele realizou esse sonho e particularmente não me sentiria um vitorioso se estivesse no lugar dele.

Chegar ao final do filme sem sentir uma coleção de coisas diferentes, pra mim, não é possível. Esse filme é a realidade de muitos, em proporções menores, mas ainda assim a realidade de muitos. Com certeza, entrou pro meu rol de filmes favoritos!

Assista a esse filme, não com pipoca, mas com um maravilhoso Mc Lanche Feliz!


Livro: Adeus, aposentadoria



Imagem retirada do site: 
www.skoob.com.br/ 



Minha indicação:   Iniciantes em finanças
Minha avaliação:       

Sinopse:
   Esqueça tudo o que você já ouviu falar sobre aposentadoria. A ideia de parar de trabalhar e se sustentar com um auxílio mensal é um conceito ultrapassado para dar conta do padrão de vida que queremos ter.

Bancos, empresas de previdência, fundos de pensão e o Ministério da Previdência Social recomendam que as pessoas poupem mais ao longo dos anos para chegarem com uma boa reserva à idade avançada. Mas será que apenas essa poupança resolve o problema?

Quem já passou dos 60 anos lamenta não ter se esforçado mais no passado e sabe que, mesmo que tivesse dobrado seu esforço, ainda estaria longe de uma situação confortável. Como estamos vivendo mais, com mais qualidade, custo de vida mais alto e maior nível educacional e cultural, a renda de uma aposentadoria – pública ou privada – não é suficiente hoje. A velha fórmula deixou de funcionar.

É preciso adotar um modelo realista para planejar o futuro. Reunindo
pesquisas e reflexões sobre casos de fracasso e de sucesso, este livro propõe uma nova forma de enxergar o trabalho e de lidar com o dinheiro, oferecendo conselhos atualizados sobre a melhor maneira de se educar, de investir, de empreender e de gerenciar a carreira.

Ao longo de mais de uma década, Gustavo Cerbasi vem se dedicando a estudar e trabalhar com educação financeira, orientando públicos de diversas idades e classes sociais. Em Adeus, aposentadoria, ele apresenta um plano para administrar sua riqueza que inclui dicas personalizadas de acordo com sua faixa etária. Além disso, faz uma análise das modalidades existentes de aposentadoria e aponta suas principais falhas.

Sem dúvida, o desafio para conquistar uma vida futura mantendo o padrão atual e sem depender de ninguém é grande, mas é possível se começarmos a realizar esse projeto desde já.

Outra informação:  Esse livro possui algumas orientações simples.

O livro "Adeus, Aposentadoria", escrito por Gustavo Cerbasi, parte do princípio de que a tão sonhada aposentadoria pode se tornar um grande pesadelo se ficarmos esperando pela solução dada pelo Governo e se continuarmos negligenciando o conhecimento necessário para usufruir de uma vida melhor. Planejar e executar o planejado para que o fim da vida seja tranquilo já se tornou uma obrigação.

A palavra que define o início da aposentadoria nos moldes atuais é: medo! Sim, todos que pensam em aposentadoria, independente da idade, possui um sentimento de medo sobre o que pode acontecer, principalmente sobre a possibilidade de não ter recurso suficiente para se manter até o fim da vida e de depender de terceiros para sobreviver.

Sempre criamos desculpas para não iniciar aquilo que realmente importa, como: aquela dieta passada pela nutricionista e o início de atividades físicas regulares. Com a nossa vida financeira não é diferente e a consequência dessa atitude sempre é a frustração e a sensação de derrota. Cada um tem que buscar o melhor pra si e saber que: o que plantamos hoje, colheremos no futuro.

Leitura recomendada!

Sustentabilidade.. O homem sem dinheiro

Somos fruto de uma dependência visceral do dinheiro. Muitos de nós morrerão sem nada, outros nunca alcançarão seus sonhos mais modestos e alguns poucos terão tanto que não saberão nem o que fazer com ele. O que não muda para os casos de aflição são as perguntas: Quanto eu preciso para viver bem ou até mesmo com certa mordomia? Preciso de muito dinheiro?

Estava vendo algumas boas matérias sobre a sustentabilidade do homem. Não a sustentabilidade que visa a proteção das florestas e dos animais, embora essa também seja importante, mas sim a que visa levar para o ser humano uma dependência cada vez menor em relação ao dinheiro, a sustentabilidade financeira. 
Imagem retirada do site: http://tribunadainternet.com.br/

Imagine uma pessoa que tem 100% das suas despesas cobertas pelo seu trabalho assalariado e que de repente ela é demitida. Se ela não conseguir uma nova ocupação rapidamente, terá que procurar ajuda ou até mesmo sucumbirá a uma condição muito ruim. Mesmo que não tenha a demissão, o sentimento dessa pessoa é de submissão e total dependência. (Essa é a situação da maioria) Mas existem exemplos em que essa dependência é reduzida com um pouco de investimento e dedicação.

Veja esses exemplos:
A pessoa X resolveu investir em captação de energia solar e com isso passou a não pagar mais pela energia que consumia, mas sim a receber pelo excedente que vendia para a distribuidora. Com esse valor excedente, a pessoa X realiza a manutenção das placas de energia solar e não se preocupa mais com as contas de luz. Além disso, o que antes representava uma dependência de 100% do seu trabalho para pagar as contas, agora passou a ser de 90%, fazendo sobrar um dinheiro no final do mês.

A pessoa Y achou que estava gastando muito com hortaliças e que essas não tinham a qualidade que ela queria. Ela passou a plantar suas próprias hortaliças, passou por uns momentos delicados no início para aprender a lidar com alguns problemas, mas em pouco tempo passou a usufruir da horta e com isso reduziu seu gasto com alimentação. Tempos depois, começou a sobrar alguns alimentos que ela resolveu vender esporadicamente. O valor que consegue com a venda dos alimentos é investido na própria plantação, através de adubos, proteção dos alimentos e armazenamento dos mesmos.
São muitos os mecanismos que podem auxiliar na redução dessa dependência do dinheiro e por conseguinte do trabalho. Mas repare que não há mágica! É preciso dedicação, esforço e um investimento inicial.

Imagina só uma pessoa que:
- não paga mais contas de luz porque investiu em captação de energia solar e eólica.
- não compra mais hortaliças e frutas porque investiu num espaço para cuidar da alimentação.
- não paga mais contas de água porque capta da chuva e armazena em tanques, utilizando para regar as hortaliças e frutas, para o uso doméstico e ainda tratando parte dela para beber.

A dependência dela em relação ao dinheiro reduziu consideravelmente. Ainda assim, ela vai precisar de algum dinheiro pra poder pagar tributos, materiais que não produz, plano de saúde, telefone, internet e outros. E para esses casos poderá existir o que chamamos de renda passiva, investimentos que geram uma renda sem que ela precise fazer "nada" por isso, como por exemplo: poupança, tesouro direto, fundos, ações e muitos outros. (É claro que ter conhecimento e sempre buscar aprender é um esforço necessário, mas a renda passiva é o que chamamos de colocar o dinheiro para trabalhar pra você). 

Você sabe o quanto é dependente do dinheiro? E vai fazer o que?


Livro: Quero Ficar Rico



Imagem retirada do site: 
www.skoob.com.br/ 



Minha indicação:   Iniciantes em finanças
Minha avaliação:       

Sinopse:
   Aprenda a pensar como um investidor e pare de ser escravo do dinheiro! Conhecimento é tudo quando o assunto é finanças – e Rafael Seabra sabe disso mais do que ninguém. Neste livro ele vai mostrar que, com a educação financeira adequada, qualquer um pode conquistar a independência financeira, não importa o salário. Você pode até acreditar que seus problemas financeiros serão resolvidos com um aumento salarial, mas isso está longe de ser verdade. Pode ser difícil de acreditar, mas a verdade é que aquele que não sabe administrar o próprio dinheiro ainda terá problemas mesmo com um aumento de salário. A única maneira de realmente encerrar problemas financeiros é dosando disciplina, planejamento e, acredite, riscos. E tudo isso está ao seu alcance: são habilidades que podem ser aprendidas por qualquer pessoa interessada em parar de ver dinheiro como um problema. Deixe de lado suas dúvidas e seus medos e embarque em uma jornada com Rafael Seabra em direção a uma vida livre de problemas causados por dinheiro!
Aprenda a pensar como um investidor de sucesso;
Acabe com todos os seus problemas financeiros definitivamente;
Coloque seu dinheiro para trabalhar por você;
Conheça os segredos do sucesso e conquiste todos os seus objetivos financeiros.

Outra informação:  Esse livro possui algumas orientações simples.

O livro "Quero ficar rico", escrito por Rafael Seabra, procura ensinar sobre independência financeira e riqueza através da experiência adquirida pelo autor.

A cada capítulo temos um passo para a tão desejada independência financeira e o autor tem o cuidado para que eles sejam bem elucidativos e fáceis de compreender. Sair de uma posição desfavorável, com dívidas ou até mesmo sem elas, mas ainda com dificuldade para acumular riqueza, pode se resumir numa dificuldade que dificilmente é subtraída sem a ajuda de terceiros. (Seja financeiramente ou apenas um guia do melhor caminho a seguir)

É com base em sua própria decisão, que Rafael Seabra busca demonstrar como alcançar o sucesso e mostrar que a riqueza de algumas pessoas pode ser bem diferente da riqueza de outras. É por isso que partes significativas do livro são destinadas ao leitor que ainda está em dúvida sobre o caminho a seguir e principalmente se esse caminho pode torná-lo feliz.

Esse livro não é um pensamento ou uma mentalização para que o leitor fique rico e embora a maioria desses livros financeiros pareçam auto-ajuda, esse foge um pouco dessa linha, trazendo exemplos, cálculos e sugestões, para que o universo "seja rico" seja iluminado com passos bem definidos e boas dicas.

Leitura recomendada!


Vídeos no YouTube.. como chegar a R$1 milhão

Quem nunca se deparou ou até mesmo assistiu um vídeo no YouTube prometendo ensinar o passo a passo de como ganhar 1 milhão de reais?? (Má oi! É hoje que fico ricão!) Provavelmente você se sentiu engando logo após o fulaninho ou fulaninha falar que demoraria 50 anos pra conseguir essa quantia colocando R$300 por mês e até mesmo decepcionado quando percebeu que não havia milagre algum nem ao menos um pulinho do gato.

Sim é verdade, eu também já vi alguns desses vídeos e também me decepcionei. Não porque achava que ali naquele conteúdo teria a grande magia para que eu pudesse ficar multi milionário de uma hora pra outra, mas porque o conteúdo sempre se resume a: junte, invista com uma taxa X% e depois de algumas décadas, lá está o seu milhãozinho. (Esperava alguma dica realmente importante para quem estava iniciando ou até mesmo para quem já tivesse acumulado algum valor)

Imagem retirada do site: http://conteudo.imguol.com.br

É fato que o tempo é primordial nessa conquista (veja o post: O milagre dos juros compostos e entenda um pouco mais sobre a ação do tempo no acúmulo de riquezas) e que por causa disso acaba demorando muito para alcançar o patamar desejado, mas também é importante trabalhar com percentuais de retorno mensal que sejam factíveis. Não adianta falar de um retorno de 1% ou mais com uma pessoa que está começando a investir. (Aonde uma pessoa com investimento inicial de R$1.000 consegue um retorno desse? E olha que esse valor ainda pode ser alto demais para muitos que pensam em começar)

Com muito estudo e trabalho é possível alcançar 15% ou mais de ganho anual com a bolsa de valores, ainda assim esse não é um investimento para iniciantes. Certo, tivemos um período no qual os investimentos em renda fixa conseguiram alcançar um retorno bem alto e próximo desses 15%. Ainda assim, o valor inicial não era de R$300 ou R$500 por mês e sim de aplicação inicial mínima de R$5.000 ou R$10.000.

Ok! Você abriu aquele vídeo no YouTube que prometeu te ensinar tudo aquilo que você não sabe (Hanran), todo serelepe e pimpão, prestou atenção em cada detalhe e descobriu que depois de 50 anos colocando R$300 num investimento com retorno de 1% ao mês (vai saber que investimento é esse) terá o montante de aproximadamente 1 milhão de reais. (Deus seja louvado!) 

Veja bem, não estou dizendo que você não deva investir, muito pelo contrário, não desanime! Lembre-se que o tempo e a magia dos juros compostos irão te auxiliar durante essa empreitada. A minha crítica está direcionada a abordagem do tema, que pode dar a entender que é fácil alcançar o valor de 1 milhão, deixando muitas pessoas decepcionadas com o resultado real. Os ganhos iniciais podem ser mais baixos porque o valor investido é baixo, mas com o acúmulo você encontrará possibilidades mais rentáveis e sua fortuna irá crescer cada vez mais rápido.

Então invista sim, mas lembre-se: Não existe almoço grátis! Mas existe juros compostos!


Está caro ou está barato?

Uma pergunta que me vem sempre a cabeça na hora de comprar alguma coisa é: "Está caro ou está barato?" A resposta é muito relativa, pois pode ser que um determinado item a um preço X pareça caro pra uma pessoa, mas não pareça tão caro assim para outra. Talvez a outra pessoa ache até barato. (Eu acho que tudo está sempre caro! Essa é a minha desculpa pra não gastar dinheiro..)

Dependendo do seu perfil (pode ser mais liberal com o dinheiro ou mais apegado a ele), suas decisões podem acabar não sendo muito racionais. Elas podem te levar a comprar coisas por valores mais altos ou te fazer deixar de comprar algo que está barato porque você está achando que está caro demais. E aí, qual é a saída?


Fonte: Imagem montada pelo autor.

Eu procuro deixar em mente quando vale a minha hora. Sim! É isso mesmo. Pego todos os meus ganhos no mês e divido por 22 dias e depois por 8 horas. Assim sei quanto vale cada hora de trabalho. Com o valor de quanto vale cada hora, posso entender melhor quanto tempo levaria para juntar o dinheiro necessário pra comprar determinadas coisas e julgar se elas valem mesmo o esforço. É aí que surge a segunda pergunta: "Vale a pena trabalhar X horas pra comprar isso?" Se chegar a conclusão de que vale a pena ou de que vale muito a pena, eu compro! Caso contrário, o item nem sai da prateleira.

Para exemplificar, imagine uma pessoa que ganha R$1.500 por mês. Ela resolve calcular quanto ganha por hora (1.500 que é dividido por 22 dias e dividido novamente por 8 horas) e chega a conclusão de que a hora dela vale R$8,52/hora trabalhada (Isso sem impostos). Num passeio pelo shopping ela se depara com aquela promoção relâmpago que permitirá que ela compre um maravilhoso par de qualquer coisa (Ah.. sei lá o que ela quer comprar.. se fosse ela, investiria).. OK! São sapatos.. mas bem que poderia ser uma LTNzinha do Tesouro Direto, hein?! hein!? 

Continuando.. os sapatos custam a bagatela de R$30,00. Com isso, a tal pessoa chegou a conclusão de que teria que trabalhar aproximadamente 3 horas para pagar pelo sapato. Diante dessa informação, ficou muito mais fácil pra ela decidir se esse par de sapatos vale de fato seu esforço de 3 horas de trabalho ou não. Ela colocou seu emocional de lado, deixou pra lá a "pressão" do compre agora ou perderá uma bela oportunidade e parou para racionalizar a sua decisão. As chances dessa pessoa se arrepender por ter gasto esse dinheiro diminuiu muito!

Pense bem antes de fazer suas compras e saiba quanto vale a sua hora. E aí eu te pergunto: tá caro?


As contas X Os Investimentos

São muitas as pessoas que discursam a favor do que chamam de: "Pague-se primeiro". Isso nada mais é que: Invista um valor planejado, haja o que houver, mensalmente, mas se não sobrar o suficiente para as contas, paciência né, corra atrás do prejuízo e ganhe dinheiro adicional para pagar. É uma espécie de aprenda na marra que você tem que viver com menos do que você ganha e investir sempre. Tem quem se adapte a esse tipo de vida e tem quem simplesmente ficaria louco se aderisse a isso. (Eu ficaria louco, prefiro planejar e pagar as contas primeiro, invisto o que sobra e depois replanejo para sobrar mais no mês seguinte)

Muito dessa ideia ou comportamento parte do fato que a maioria das pessoas não conseguem se planejar para acumular recursos e investir, sem dizer outras muitas que pagam todas as contas e simplesmente não sobra nadinha. É sempre bom avaliar as opções e nesses casos, ou se segue a ideologia do "pague-se primeiro" ou a pessoa terá que se planejar e reduzir despesas primeiro.

Imagem retirada do site: http://chargedodiemer.blogspot.com.br/

Se você é daqueles que não dorme por causa de dívida já adquirida ou até mesmo por causa daquela conta que vai chegar com data e hora, mas você ainda não sabe sequer como vai conseguir o dinheiro para pagar, então esqueça esse "pague-se primeiro", pelo menos por enquanto. (Acredite, você tem potencial pra ficar louco se seguir isso, além de poder aumentar suas dívidas e ficar com o nome sujo por mais tempo)

O fato é que essa metodologia foi feita pra quem está com a vida financeira longe do limite do abismo ou até mesmo próximo dele, mas nunca dentro do abismo. O que quero dizer com isso é: Se você está com dívidas ou se suas despesas são frequentemente maiores que suas receitas, então é melhor você realizar alguns cortes, arranjar uma receita adicional ou ainda, renegociar suas dívidas para quem sabe eliminar as mesmas ou até mesmo facilitar o pagamento ao ponto de sobrar algum recurso pra ser investido na metodologia.

Por outro lado, o "pague-se primeiro" procura educar financeiramente, mostrando como "qualquer um" pode acumular dinheiro e colocar ele pra trabalhar pra você. É comum que se pense que a metodologia é para realização de gastos em coisas supérfluas ou não tão supérfluas, mas voltadas para o consumo e não para o investimento. Errado! Esse ensinamento procura mostrar que pagar a  si mesmo é o equivalente a acumular recursos e construir ativos, investir e aprender a investir, gerando mais recursos para o futuro, com o detalhe de fazer isso antes de qualquer coisa.

Ter uma reserva e ver seu dinheiro trabalhando pra você pode trazer a segurança que todos almejamos. Seja investindo primeiro e pagando as contas depois ou vice-versa, não deixe de se planejar e de tempos em tempos, replanejar. As coisas mudam e estar preparado é essencial!


Livro: A Sociedade da Fortuna



Imagem retirada do site: 
www.skoob.com.br/ 



Minha indicação:   Todos os públicos
Minha avaliação:       

Sinopse:
   A Sociedade da Fortuna conta a história da família Bezerra e seus problemas financeiros: dívidas, entrar no cheque especial, fazer compras por impulso, brigas causadas pelo dinheiro… Todas as situações que são corriqueiras para muitos brasileiros, infelizmente. É isso que os leitores vão descobrir no romance que ensina lições de educação financeira com uma linguagem simples e divertida. Porém, certo dia, Lucas Bezerra, o garoto de 14 anos, conhece um membro da Sociedade da Fortuna, que lhe propõe um desafio que pode salvar a família Bezerra de seus problemas financeiros. Lucas terá pouco tempo para desvendar segredos, vivenciar experiências fantásticas e conhecer um novo mundo. Caso tenha sucesso, conseguirá entrar para a Sociedade e descobrirá a verdade sobre o dinheiro. Fugindo dos termos rebuscados dos livros de finanças, A Sociedade da Fortuna é uma aventura que traça um verdadeiro mapa do que acontece com as finanças das famílias brasileiras. O livro fornece, de forma didática, um método para lidar melhor com o dinheiro. O que aconteceria se um garoto, aborrecido com as brigas familiares causadas por problemas financeiros, descobrisse uma sociedade que guarda os segredos do dinheiro?

Outra informação:  Esse não é um livro técnico!

O livro "A Sociedade da Fortuna", escrito por Fábio de Almeida Lopes Araújo, se traduz numa literatura muito didática, simples, incompleta no sentido de que há a necessidade de continuar procurando sobre o tema e aprender mais, mas direto e envolvente.

É complicado passar pelos conceitos de finanças de forma educativa, sem ser monótono, principalmente num país no qual a educação financeira sequer é cogitada. Mostrar que é possível e que só depende de um pouco de conhecimento e muita persistência, parece ser um desafio e tanto, mas o autor obteve um belo resultado.

Ninguém questiona que o caminho é difícil, que a vida é complexa e que as coisas são como sonhos inalcançáveis para muitas pessoas. Entretanto, a educação financeira e a colocação dos ensinamentos em prática podem auxiliar por um caminho mais tranquilo e tornar aquele sonho impossível numa realidade, acabar com brigas por questões financeiras e trazer uma realidade nova pra quem ainda só sonha com um futuro melhor.

Entre para a Sociedade da Fortuna e descubra a sua verdadeira riqueza. Quem sabe ela já não está com você e só é preciso um sopro pra afastar aquela névoa que a esconde!?

Leitura recomendada!




Endereço para realizar o download do livro ou leitura pela internet:
http://www.sociedadedafortuna.com.br/Sociedade-da-Fortuna-FAAraujo.pdf


Academia.. Hanran, sei como é.

Pode parecer que a academia não seja um investimento e de fato não é, pelo menos não diretamente. (Seria diretamente se tivesse abrindo uma) Mas ela pode ser considerada um investimento indireto e digo isso porque os benefícios que ela pode oferecer influenciam em gastos recorrentes e até mesmo inesperados, como por exemplo: diminuir gastos com remédio, psicólogo, e redução nos gastos com noitadas (Essa é pra quem tá focado!). Por outro lado, podem surgir gastos com suplementação, roupas e sapatos apropriados para a prática do esporte.

Espero que você não seja uma pessoa que paga a academia e não vai. Aliás, só vai no dia de pagamento, dá uma corridinha e exagera, ficando entrevado no dia seguinte. (Isso sim que se chama desinvestimento!) Mas não se preocupe, você não é a única pessoa no mundo que faz ou fez isso alguma vez. Eu sei que é complicado criar ânimo e dispensar energia num empreendimento demorado que pode não resultar no objetivo esperado, mas também sei que com resiliência se alcança qualquer objetivo traçado.

Imagem retirada do site: http://blog.idealshop.com.br/

O fato é: Você quer ficar em forma, sarado, mas investir alguns reais todo mês e reservar tempo para atividades físicas podem ser verdadeiros absurdos pra você. O pior é arranjar tempo e quanto ao dinheiro... nem se fala. Bem, existe uma frase que retrata bem esse momento: "No Pain, no Gain!" E nesse caso pode ser que a sua dor seja a mesma que a minha, dinheiro.

Ainda assim, temos várias saídas para manter a saúde com poucos gastos, como por exemplo: fazendo exercícios em casa ou praticando um esporte. São muitos os exercícios que podem ser feitos em casa e naquela sua academia do prédio, (aquela que enfeita o prédio, porque usar mesmo.. ninguém usa!) utilizando um pequeno espaço e poucos equipamentos ou nenhum. Além disso, existem diversos vídeos no youtube com pessoas orientando, traçando metas e fazendo os exercícios em conjunto. (É preciso verificar a procedência e aconselho a busca de um profissional para que os exercícios não prejudiquem a sua saúde ao invés de ajudar)

Investir um tempo e alguns reais na academia pode não ser aquele desperdício, mas pagar e não ir, com certeza é. Mantenha o foco, não desista e lembre-se: Você está pagando! Então faça valer o seu dinheiro!

Parafraseando o artista: "Vem comigo monstro! Veemmm mooonstro.. "


A dificuldade do aluguel

Alugar um imóvel deveria ser algo mais fácil e barato. Entendo que são muitos os receios do proprietário quanto a possível inadimplência do inquilino, mas nos dias atuais encontrar uma pessoa para ser fiador e que esteja qualificado para tal é como encontrar um ser em extinção. Além disso, não queira estar com o nome sujo porque sua ficha será recusada, mesmo que o fiador seja o Bill Gates. (Talvez não seja se for o Bill Gates!) Certo, existem outras possibilidades como o seguro fiança ou valor de caução. Ainda assim, as exigências podem estar muito próximas da inviabilização, fazendo com que o proprietário fique com o imóvel desocupado e tendo que arcar com as despesas do mesmo.
Imagem retirada do site: http://www.leisedireitos.com.br/

Por exemplo, o seguro fiança pode corresponder a um valor igual ao somatório dos encargos do imóvel num mês multiplicados por 1,5 ou 2. Esse valor é cobrado por ano e assegura o proprietário quanto as eventualidades relacionadas ao pagamento. Contudo imagine um aluguel de R$1.000, num condomínio de R$400,00, com IPTU de R$100,00, associados ao seguro que exige 2 vezes o somatório desses valores. Só o seguro irá corresponder a R$3.000 por ano ou 3 meses de aluguel! E pra onde vai esse dinheiro? Pro limbo, porque o inquilino não verá esse valor de volta. A principal vantagem dessa opção está em não precisar de um fiador para fechar um acordo.  (Alguns seguros oferecem serviços de eletricista, chaveiro, vidraceiro e outros, mas são serviços básicos e mediante pagamento de franquia na maioria das vezes)

Uma outra forma de assegurar o proprietário é através do valor caução. Normalmente esse valor corresponde a 3 meses de aluguel com o diferencial da exigência de ser aplicado numa poupança ou título de capitalização. Em alguns casos o valor a ser 'investido' no título de capitalização pode variar entre 6 a 12 vezes o valor do aluguel, o que no nosso exemplo significaria ter que depositar de uma só vez o valor de R$6.000 a R$12.000, só para o seguro. Caso o inquilino corresponda aos seus deveres, ao entregar o imóvel sem dívidas e do mesmo jeito que pegou, irá receber de volta o valor pago como caução acrescido de juros e correção monetária. Entretanto, vale lembrar que o título de capitalização tem o rendimento muito abaixo da poupança e que em troca dessa redução há sorteios de prêmios que não necessariamente terá você como o vencedor. (Ai você queria alugar um imóvel e é 'obrigado' a 'investir' na sorte. Melhor comprar raspadinha! Pelo amor de Deus!)

Uma outra coisa que acontece muito quando se está procurando um imóvel é a cobrança de uma taxa de análise cadastral. Essa taxa que normalmente é cobrada para verificação da idoneidade do pretendente e do fiador do mesmo deve ser uma despesa do proprietário e não do possível inquilino! Normalmente é feita uma consulta ao SERASA que tem um custo de R$25,00 cada. Segundo a Lei do Inquilinato, no art. 22, inciso VII, fica bem claro que a taxa deve ser paga pelo locador: "VII - pagar as taxas de administração imobiliária, se houver, e de intermediações, nestas compreendidas as despesas necessárias à aferição da idoneidade do pretendente ou de seu fiador;" (Link para a lei no final do post) Fique de olho aberto e se planeje, afinal ainda tem a mudança, os custos com o imóvel que ainda reside, o ajuste desse mesmo imóvel, taxas de transferência de contas e toda uma adaptação a sua nova realidade.

É complicado ser proprietário e igualmente complicado ser inquilino. Independente da sua escolha, não se esqueça que tem direitos, mas que também possui deveres. 

Link para a Lei do Inquilinato:


Encontro a dois.. E a loucura do chocolate.

Existe alguma coisa que deixa as mulheres mais loucas do que chocolate e maquiagem? (Não responda! Sei bem o que está pensando.. Só pra constar, pensei em dinheiro, mas cada um com sua loucura né! )

Pois bem.. a Cacau Show resolveu se juntar com a Capricho e fazer a loucura da loucura se tornar realidade juntando chocolate com pincéis de maquiagem numa caixinha de R$39,90.

Imagem do produto cacau show

O efeito disso foram filas e filas pra comprar a bendita caixa que acabava tão rápido, que eu sequer consegui ver a cor dessa "iguaria". Pelo menos foram derrotas ordeiras, sem quebra quebra nem pancadaria. Digo, derrotas porque entrei nessa fila 4 vezes e levo em conta também a quinta vez na qual eu não entrei porque contei 10 cabeças e a reposição era de 10 por dia.

Na quarta vez tive que apelar pra minha educação e segurar o choro porque a moça que estava na minha frente comprou os 2 últimos. Sorte a dela que era eu e que estava bem tranquilo. Confesso que xinguei ela de pelo menos 3 nomes feios em pensamento e talvez ela tenha percebido pelo meu riso sarcástico quando me perguntou se eu iria comprar. (Ahhh.. um soco naquela cara que ela ia precisar mesmo das 2 maquiagens)

Por fim, consegui comprar!! (Gastei mais energia nisso do que indo na academia) A Cacau Show vendeu mais caixinhas do que já deve ter vendido de chocolate na história dela e a namorada está feliz e sorridente. Todos felizes e a vida é linda!

Que venha a próxima aventura.. mas se entrar na minha frente não pede 2 não, hein! Se não você irá ganhar o meu lindo sorriso sarcástico! E alguns xingamentos por pensamento também..

Boa Páscoa!


Rodízio.. Fazendo valer o meu dinheiro.

Sempre tive uma relação muito particular com os sistemas de rodízio em restaurantes e sempre tentei fazer "valer" o dinheiro desprendido neles. Sempre me pareceu ser um pensamento lógico de que deveria gastar menos do que iria consumir para que o rodízio valesse a pena, mas confesso que após algumas experiências um pouco embaraçosas, acabei mudando um pouco meu comportamento e aproveitando mais os denominados rodízios.

Os rodízios são muito apreciados pelos que possuem uma fome nada comum, rendendo um beneficio econômico que não conseguiriam vislumbrar em restaurantes do tipo self service ou de prato pronto. Contudo, o rodízio também serve para os indecisos, já que permite experimentar um pouco de tudo por um preço mais agradável.

Imagem retirada do site: http://www.sapobrothers.net/

Mas nem sempre os rodízios são tão vantajosos! (Essa frase, é claro, se remete a minha pessoa) Certa vez fui ao restaurante 7Grill com amigos da faculdade para aproveitar um bom rodízio de pizzas com algumas sobremesas inclusas. (E realmente era bom!) O pensamento era sempre o mesmo: "Vou dar prejuízo nesse rodízio hoje!". Pois bem, o rodízio foi excelente, comi de tudo um pouco (Ou seria de tudo muito!?) e já estava com a ideia de que realmente fiz valer o que iria pagar.

Me lembro da conta final ter dado uns R$25,00 e como nunca gostei de pagar no cartão, levei o meu tão suado dinheirinho. Passei a minha nota de R$50,00 para o garçom que ficou de pegar o troco enquanto todos os meus amigos pagavam com cartão. Após os pagamentos confirmados e num ato quase ensaiado, levantamos, agradecemos e saímos em direção ao ponto de ônibus. Durante todo o trajeto estava me sentindo estranho, alguma coisa estava errada, faltando. Ao entrar no ônibus me dei conta que só possuía o valor da passagem, o que era muito estranho porque nunca gostei de andar com o dinheiro tão próximo do que estimei gastar. E foi nesse momento que me dei conta de que não havia pego o troco! (Aff..)

Nunca voltei pra reclamar o meu troco, embora desse pra pagar outro rodízio com o mesmo. Já o garçom deve ter ficado com um sorriso de orelha a orelha e pensado: "Isso que é gorjeta! Fez valer esse rodízio!"


Sua saúde financeira adverte:
Mantenha-se atento ao seu troco e faça valer o seu dinheiro, mas com moderação!
Ao persistirem os sintomas, consulte um especialista.


The Big Bang Theory... Bazinga!

The Big Bang Theory é o meu seriado favorito e é fácil entender o porquê! Ele consegue reunir muitos dos elementos que eu gosto e vivencio diariamente, associando a eles um ambiente agradável com momentos de puro humor. Todos os personagens tem seu lado especial, suas tiradas cômicas e uma integração com o ambiente de forma única.

Engraçado como o envolvimento com o dinheiro é algo pouco notado na série, mas está presente durante grande parte dos episódios, como por exemplo: A Penny interpretada pela Kaley Cuoco, que sai de sua cidade Natal em busca de uma oportunidade para se tornar uma grande atriz, mas acaba tendo que recorrer a Cheesecake Factory para trabalhar temporariamente como garçonete e poder pagar suas despesas. Ou o Rajesh Koothrappali interpretado pelo Kunal Nayyar, que é um indiano filho de pais ricos que cobrem todas as suas despesas e mimos. Não podia deixar de escrever sobre o meu preferido, Sheldon, interpretado por Jim Parsons, ele é realmente único e parece ter tudo sobre controle ou quase tudo, super organizado, consegue se manter com 46,9% da renda líquida, conseguindo manter uma quantia como reserva para emergências em objetos dentro de casa. 

Imagem retirada do site: http://thebigbangtheory.com.br/

Existem alguns episódios que acabam abordando o tema dinheiro e um deles é o episódio 14 da segunda temporada (Link para o episódio no final do post). Nele a Penny passa por alguns problemas inesperados que acabam com o seu dinheiro, porém o Sheldon prontamente a auxilia, emprestando uma quantidade que ela acredita ser suficiente para cobrir as despesas até que a mesma consiga devolver o dinheiro dele. Durante todo o episódio a Penny acredita estar sendo cobrada pelo empréstimo e isso acaba numa boa sequência de risadas. Além disso, ela consegue um auxílio do Leonard (Johnny Galecki) para regularizar as suas contas e retomar com tudo a sua saúde financeira.

Todos estamos sujeitos a problemas financeiros, por isso é sempre bom juntar alguma coisa e reduzir as despesas para os momentos de dificuldade. Ter apoio para voltar para estrada e também um fundo de emergência são pontos muito importantes! (Veja mais sobre fundo de emergência: Fundo de emergência.. Que tal?)

Existem muitos seriados que valem a pena investir um tempo em troca de entretenimento, "The Big Bang Theory" é o que eu mais gosto.


Lembre-se: Dinheiro não serve pra nada!! BAZINGA!
(Bazinga se traduz em uma pegadinha, tipo: "Te peguei!")


Segue link para o episódio 14 da 2 temporada - "The Financial Permeability":
http://abxseries.org/assistir-big-bang-theory-s02e14
http://assistirvideo.com/2012/01/assistir-big-bang-theory-2-temporada.html

Segue link para o 1 episódio da 1 temporada:
http://abxseries.org/assistir-big-bang-theory-s01e01
http://assistirvideo.com/2012/01/assistir-big-bang-theory-1-temporada.html


Olha o FGTS aí gente!

Beirando o Carnaval e consciente de que muitos ainda estão numa situação financeira complicada, surge a possibilidade de obter um alívio ou até mesmo sanar algumas pendências com o resgate do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Ainda assim, muitos possuem dúvidas quanto a resgatar ou não o valor, mesmo passando por situações financeiras constrangedoras.

Pois bem.. independente da sua religião, situação financeira, ideal de vida ou até sei lá o que levaria você a acreditar que não seria interessante resgatar o fundo.. Pegue! Sim, o FGTS deve ser pego por qualquer pessoa que tenha o direito de sacar o dinheiro. O valor que fica preso no FGTS tem uma correção anual muito baixa (Cerca de 3% a 4% por ano), um valor bem abaixo da inflação, o que faz o poder de compra do trabalhador ser muito menor no futuro. Além disso, a oportunidade de usar o dinheiro a seu favor agora é única e limitada ao período estipulado pelo governo. Pode ser que essa oportunidade não se repita mais!



Imagem retirada do site: http://pioneiro.rbsdirect.com.br

Em tempos difíceis qualquer recurso é bem-vindo, mas não basta pegar o FGTS e achar que está rico. Utilizar o recurso para reduzir ou até extinguir uma dívida com juros altos pode ser uma boa pedida, assim como investir num ativo que retorne um percentual maior que o fundo de garantia. (Achar um ativo que remunere mais que 4% ao ano é muito fácil.. por exemplo: a poupança rende por volta de 8% ao ano)

Pesquise o valor que tem a receber através do site da Caixa Econômica, criado especificamente para esse tipo de consulta. (Você vai precisar do número do PIS, data de nascimento e da senha de internet. O link para consulta está no final do post) Planeje no que irá usar, verificando se é possível reduzir ou acabar com uma dívida com esse valor. Negocie sempre! Se não tiver dívidas, uma boa alternativa é investir no Tesouro Direto ou ainda naquele curso que pode te auxiliar na sua vida profissional.

A tabela abaixo mostra os dias de saque estipulados pela Caixa:

Trabalhadores nascidos emInício
Janeiro e fevereiroa partir de 10/03/2017
Março, abril e maioa partir de 10/04/2017
Junho, julho e agosto​​a partir de 12/05/2017
Setembro, outubro e novembroa partir de 16/06/2017
Dezembroa partir de 14​/07/2017
Fonte: Tabela retirada do site da Caixa Econômica Federal (https://www.contasinativas.caixa.gov.br/)

Então não pense duas vezes, verifique as regras, saque o dinheiro do FGTS e utilize a seu favor!


Link para pesquisar o valor que pode ser sacado (Site da Caixa Econômica):

Link para site da Caixa Econômica com informações sobre o saque do FGTS:



Independência financeira: Todo mundo quer!

Todo mundo deseja ser independente financeiramente, mas o conceito de independência financeira pode estar um pouco distorcido para muitas pessoas. Se você acha que essa independência significa ostentação, gastos sem fim e festas luxuosas ou até mesmo considerar-se um milionário e realizar gastos sem se preocupar com as contas ou coisas do mesmo naipe, sinto-lhe informar que isso não é independência financeira.

Imagem retirada do site: http://esoquerer.com/

Na minha concepção, independência financeira é traduzida em uma renda passiva que supre as suas necessidades financeiras. (Simples assim! Onde renda passiva é um ganho no qual você não injeta energia para ganhar dinheiro) E é nesse momento que você pode estar pensando: "Ok, agora como eu faço pra ter essa renda passiva?" Calma, há alguns passos antes disso, como por exemplo: 
  • Quanto de renda passiva seria o suficiente para você cobrir suas despesas? (Contas e lazer)
  • Depois que alcançar a sua renda passiva, o que vai fazer?
Essas perguntas são pertinentes porque muitas pessoas se sentem perdidas depois que se aposentam e perdem a rotina do trabalho. A minha independência financeira pode ser muito diferente da sua, não só em relação a quantidade necessária para afirmar que foi alcançada a independência como também em relação ao que pretendo fazer quando alcançar essa tal "liberdade".

Se você tem gastos de R$ 2.500 por mês é natural pensar que uma renda passiva de mesmo valor fará você chegar a sua independência financeira. (Não, não, não.. não e não! Acho que fui bem claro no não.) Existem fatores que devem ser introduzidos nessa conta, como: inflação e aumento constante na qualidade de vida. Digamos que você alcançou ganhos mensais de R$ 2.500 fazendo investimentos (Essa é a sua renda passiva) e resolveu largar tudo e só viver desse dinheiro. Bem, durante um tempo ele irá cobrir as suas despesas, mas não será novidade nenhuma se dentro de pouco tempo você tiver que trabalhar novamente ou até se sujeitar a realizar qualquer bico para poder sobreviver. Isso porque o seu juros continuará sendo de R$ 2.500 enquanto seus gastos irão sofrer reajustes.

Explicarei melhor:
1 - A inflação é responsável por reduzir seu poder de compra e se o valor mensal não aumentar, com certeza estará comprando menos ou pagando mais para ter as mesmas coisas num futuro não tão longínquo.

2 - É natural que resolva viver melhor, sair de um gasto X para um gasto X + 1 e ter cada vez mais conforto. Mas isso custa caro e talvez o seu planejamento não suporte essa melhoria. (Talvez não suporte nem mesmo a inflação)

Então independência financeira é um sonho?

Não. Ela pode se tornar realidade se for tratada com seriedade e como suporte que poderá cobrir gastos ou proporcionar novas experiências. E pra isso você deverá utilizar bem menos do que você receberá dos seus investimentos. Com isso, o valor continua aumentando e ano após ano você poderá rever o montante a ser retirado e usufruir do mesmo, sem comprometer o seu capital investido.

A rentabilidade dos seus investimentos é quem vai ditar o quanto você deve pegar do juros para manter seu poder de compra e o capital investido rendendo cada vez mais. Só retirar dinheiro da sua independência financeira o torna cada vez mais dependente novamente, por isso trate ela como um meio par realizar vontades, como:

- Não gosto do meu trabalho e só não trabalho com o que quero porque remunera pouco no começo.
- Trabalho muito para pagar as contas e não tenho tempo para passeios e distrações.
- Quero reduzir minha carga horária e curtir mais o dia, mas não posso me dar ao luxo de receber menos.

Em suma, sua dependência financeira não te deixa realizar o que te faz bem.. Então não espere, comece a acumular e a investir na sua renda passiva para alcançar a sua independência! 

Afinal, é isso que todo mundo quer!


A redução da Taxa Selic e os investimentos

Muitos investimentos tiveram uma redução no percentual de retorno que oferecem para seus investidores após a queda da taxa SELIC de 13,75% para 13%. Por outro lado, pessoas que pegaram ou pretendem pegar empréstimos começam a vislumbrar possibilidades de pagar menos juros na hora de devolver o valor devido. (Isso parece bom!)

O fato é que a proporção entre a queda para os investidores e a queda para os tomadores de empréstimos é descompassada. Enquanto o investidor olha para as oportunidades que caem dia a dia e se depara com opções cada vez menos vantajosas, o tomador recebe ofertas com variações que mais parecem promoções do tipo: "Compre uma casa e ganhe um lindo chaveiro!" (Eeee.. como precisava de um chaveiro! Era o que mais queria quando peguei esse empréstimo! Ter um belo chaveiro para chamar de meu!!)

Imagem retirada do site: http://obarbeiro.com.br/

Fico me perguntando o que leva a uma queda aproximada de 0,40% em um CDB (Certificado de Depósito Bancário) enquanto a taxa cobrada para o crédito pessoal da mesma instituição cai 0,06%. Só para esclarecer: Quando o investidor coloca seu dinheiro num CDB, o banco se capitaliza e utiliza o recurso para realizar atividades de crédito.

Enfim.. Mas nem tudo está perdido, eu acho! Vamos pensar:

Como ficam os investimentos atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário)?
Provavelmente continuarão sendo oferecidos com o mesmo percentual, já que é variável. Como o CDI acompanha a taxa SELIC, ficando um pouco abaixo da mesma, então a rentabilidade vai cair ao longo do tempo. (Isso se a inflação continuar controlada e a SELIC continuar caindo para incentivar o consumo)

Como ficam os investimentos pré-fixados?
Esses devem ter mudanças constantes de valor, principalmente com a perspectiva de maiores reduções na taxa SELIC, então devem ser oferecidos com retornos cada vez menores, acompanhando a redução da taxa. Por esse ponto de vista seria interessante focar nos pré-fixados. (O problema é se a inflação subir e superar o valor do seu pré-fixado)

Como ficam os investimentos atrelados à inflação?
Se a SELIC aumenta é porque a inflação está aumentando, se ela reduz é porque a inflação está caindo. Se a expectativa é de redução da SELIC, logo se deduz que "ocorrerá" a redução na inflação ou manutenção da mesma. Atrelar seu dinheiro a um ativo associado a inflação pode significar uma boa opção se conseguir um juros real razoável. (No momento está em +5% pra +5,5% na média) Contudo, se a SELIC aumentar, a inflação poderá ser reduzida e títulos atrelados ao CDI e os pré-fixados poderão oferecer mais do que os ativos de IPCA + juros. (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Ou simplesmente, inflação)

Então deu ruim pros investimentos de renda fixa?
Na minha opinião, a renda fixa continuará seguindo bem durante o ano de 2017. As oportunidades serão mais modestas, mas continuarão ganhando da poupança, por exemplo. Além disso, a necessidade de captação de recursos pode elevar as taxas de retorno, fazendo com que os ativos passem a oferecer retornos melhores.

Lembre-se: Antes de investir, pesquise e procure entender como funciona o ativo. A decisão é sempre sua e não vale colocar a responsabilidade de bons ou ruins investimentos em terceiros!

Bons investimentos!